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quinta-feira, 31 de outubro de 2013

AMA-ME QUANDO MENOS MEREÇO...

Encontrei por acaso esta frase no facebook que, traduzida à letra, quer dizer: “Ama-me quando menos mereço pois é quando mais preciso”. Pela sua simplicidade, este provérbio norueguês, dá que pensar… Permite-nos tomar consciência da estupidez que é a nossa intolerância perante os erros dos outros e mais ainda, perante os nossos próprios erros. De uma forma irracional, somos tanto mais intolerantes quanto mais amámos aqueles que os cometem. Mas é perante os nossos próprios erros que a intolerância assume a sua forma mais cruel ao ponto de sermos os nossos piores inimigos…
dizia Alexander Pope; Errar é humano, perdoar é divino. Se nos é concedido o direito de errar, por que não conceder-nos o direito de nos amarmos, ao contrário de nos odiarmos pelos nossos próprios erros…? Não é nessas ocasiões que mais precisámos de amor?!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

QUARENTENA DOS AFETOS

Na idade média, quando as autoridades de um porto suspeitavam que houvesse portadores de alguma doença infecciosa entre os passageiros ou tripulantes de um navio, este era obrigado a permanecer ao largo por um período de 40 dias. Deste facto resulta a designação de quarentena para o período de isolamento dos indivíduos portadores de algum agente patogénico. Muitas vezes o termo também é hoje usado num outro contexto, para indicar que determinado ser deve permanecer isolado por outros motivos que não apenas doenças contagiosas. Seguramente já todos experimentámos aquela sensação de ser votado ao ostracismo (de quarentena) por parte de amigos ou familiares devido a qualquer desentendimento mais ou menos grave. O curioso é que, muitas vezes, na origem da dita “quarentena”, estão motivos tão fúteis como, pequenas desavenças familiares, desentendimentos entre amigos ou atritos entre colegas de trabalho,… Não merecendo, nenhum destes casos uma relevância que justifique a “quarentena”! Contudo, o orgulho impede que ambas as partes deem o primeiro passo e lá ficam cada qual no seu canto remoendo os motivos que supostamente justificam a tomada de decisão de uma “quarentena”. E, inexoravelmente, o tempo vai passando… Os dias vão somando, 7, 14, 21… 40 dias. Aí, se o amor é forte, se a inteligência prevalece, se a amizade é sólida,… acaba-se a “quarentena”. Caso contrário, há sempre o perigo de o “agente patogénico” que a originou, vir a fulminar um deles… e por vezes, além do que foi posto em quarentena, aquele que a decretou…

terça-feira, 29 de outubro de 2013

LITERATURA COR-DE-ROSA

Não tenho qualquer preconceito relativamente à chamada literatura “cor-de-rosa” apesar de a não consumir habitualmente. Admito que em certas ocasiões também dedico algum tempo à leitura cor-de-rosa, principalmente através de revistas. Uma dessas ocasiões ocorre na sala de espera dos médicos… então devoro todas aquelas revistas que encontro à disposição. Muitas delas bastante antigas a par de outras mais atuais. Todas têm em comum o tema dos amores e principalmente dos desamores  de gente Vip (como o recente caso Barbara vc Carrilho). A notícia geralmente, é acompanhada da foto do personagem (na maioria das vezes do sexo feminino) choroso, amargurado, descrevendo os horrores ou as delícias do relacionamento que findou… Em qualquer dos casos, não posso estar mais em desacordo com essa atitude da “vítima” e sempre me vem ao pensamento a célebre frase de Gabriel Garcia Marquez: “Não chores porque acabou… sorri porque aconteceu”.
Seja qual for o tipo de relacionamento, amoroso, simples amizade ou profissional… quer tenha deixado boas ou más recordações, há sempre uma razão para sorrir quanto mais não seja porque nos foi concedido pela sorte viver esse relacionamento… E isso, só por si, é já uma boa razão para sorrir…!
É óbvio que nem todos vivemos estes acontecimentos com a mesma intensidade. Depende sobretudo da importância da relação, da vivência com ela relacionada e da nossa sensibilidade… mas, essencialmente, da forma como tudo terminou…
Se foi uma boa experiência, há que guardar essa recordação e agradecer (sorrindo) a oportunidade de a ter vivido. Se, pelo contrário, foi uma má vivência, há que guardar a aprendizagem que nos permitirá não voltar a cometer o mesmo erro no futuro.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

É TUDO UMA QUESTÃO DE INTERPRETAÇÃO

Neste espaço, onde publico muitos dos meus pensamentos, aceito perfeitamente que nem todos concordem comigo. Aliás estou sempre pronto a receber críticas e a publicar as que me são feitas, salvo raras exceções. Reservo-me o direito de não publicar críticas anónimas (principalmente quando em termos ofensivos) e reservo-me também o direito de resposta.
Não me sinto ofendido quando não concordam com a minha interpretação dos factos. Na verdade, é tudo uma questão de interpretação. A interpretação dos factos é fundamental, diria mesmo vital já que uma frase mal interpretada pode mudar por completo a vida das pessoas…
A forma como se interpreta quer seja um texto, uma palavra ou um acontecimento, depende de variadíssimos fatores embora muitas vezes, essa interpretação seja feita de acordo com as conveniências de quem nos escuta, lê ou observa. Mas nem sempre uma má interpretação é fruto de uma mente mal-intencionada, depende, por exemplo, da nossa experiência de vida. A nossa vivência anterior acaba por influenciar, positiva ou negativamente, a interpretação dos factos. É normal darmos mais importância aquilo que já conhecemos através da vivência pessoal do que ao que nos é desconhecido. Embora não muito relevante, o contexto social é também um fator importante a considerar na interpretação. Finalmente, acrescentaria a sensibilidade de quem nos lê, escuta ou observa.
Sem ter a veleidade de ser o detentor da verdade, acho normal que nem todos entendam ou concordem com aquilo que escrevo. Tudo depende da vivência, da motivação ou da sensibilidade de cada um.

domingo, 27 de outubro de 2013

MUDANÇA DA HORA

Já disse no ano passado e volto agora a dizer: odeio a mudança da hora. Odeio esta mudança tanto quanto também odeio o inverno. E não é só pela presença constante do frio e da chuva, é pelos dias curtos. Prefiro o despertar ainda de noite pela manhã e ter a luz do sol até mais tarde. Sempre achei deprimente quando trabalhava, sair de noite (às 18 horas) do emprego durante este período da hora de inverno. Por outro lado, nada me custava despertar ainda de noite com a luz elétrica ligada e a persiana ainda corrida…
E não me venham com a justificação da diminuição do consumo energético. Há mais luzes ligadas à noite por longos períodos do que as que seriam necessárias pela manhã durante o horário de verão. Até porque de manhã o período de permanência em casa, para quem trabalha, é muito menor do que aquele que se verifica depois do regresso a casa até ir para a cama. Já para não falar que esta mudança de hora perturba o meu equilíbrio psicossomático e até metabólico.
Penso que a hora de inverno é mais adequada aos países onde o horário de trabalho tem início às 8h00 da manhã (ou mais cedo como na Noruega) do que aos nossos horários em que muita gente começa a trabalhar apenas às 9h ou 9h30.

O RISO E O CHORO


sábado, 26 de outubro de 2013

INNOCENTS - MOBY

Aqui está uma sugestão (a minha) para ouvir música de qualidade… Obviamente a minha opinião é suspeita já que, desde sempre adoro a música de Moby.
O último álbum, Innocents, chegou às lojas no passado dia um de outubro. Produzido por Mark Spike é o décimo primeiro álbum de estúdio do norte americano Moby. Conta com a colaboração de Wayne Coyne dos The Flaming Lips, Mark Lanegan dos Screaming Trees, Damien JUrado, Cold Specks e Skylar Grey.
Embora todas as faixas sejam de excelente qualidade, destaco Almost Home que, para mim, é uma das melhores faixas deste novo álbum que aborda temas mais melancólicos do que é habitual em Moby. Talvez por isso, adorei ouvir as músicas deste álbum que seguramente me vai acompanhar durante muito tempo.
Por favor, ouçam… e gostem tanto como eu gostei…Este álbum merece ser degustado. Moby merece ser ouvido… e apreciado.
Como aperitivo, deixo aqui a faixa Almost Home.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

DAR VIDA À VIDA

Todos os dias me cruzo com gente assim, de rostos cinzentos, tristes, abatidos… e quase que adivinho nessa gente a falta de objectivos… a falta de um sonho… Já nem o desespero do sonho nunca alcançado existe nesses rostos… É que para essa gente, já nada interessa, nem mesmo sobreviver. Aliás a existência que levam já não é viver… é vegetar!
São vidas sem cor, vidas tristes, vidas… sem vida! Gente que, como autómatos, todos os dias fazem o mesmo percurso, os mesmos gestos, pronunciam as mesmas palavras apenas por hábito sem consciencializar os seus actos.
Faz-me pena esta gente! Faz-me pena não ter um sonho para lhes dar… Faz-me pena!
E fico a pensar: será que nos cabe, dar vida à nossa vida…? Garantidamente que temos essa capacidade mas isso exige força uma força que vem de dentro e que por vezes não é suficiente para dar vida à vida que vivemos…
Há dias em que me cruzo com gente assim e no meu desassossego, por momentos, vejo o meu rosto no rosto de cada um deles…
Há dias assim…

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

AVÓS SOFREM...!

Já vai longe o tempo em que os avós eram idosos, com mais de setenta anos, cheios de paciência e muito tempo para dar aos netos. Com todas as alterações provocadas pela evolução (e convulsão) social, adquire-se o estatuto de avô cada vez mais cedo. Hoje os avós são cada vez mais novos e muitos ainda se encontram na vida activa. Por isso, cai por terra a tradicional disponibilidade dos avós bem como a sua paciência para cuidar dos netos… Hoje os avós preenchem cada vez mais as lacunas deixadas pela ausência dos pais devido à sua actividade profissional. Mas admitindo que alguns dos avós (como é o meu caso) se encontrem já aposentados, não significa a total disponibilidade para apoiar e cuidar dos seus netos. Com a esperança de vida a aumentar é natural, e ainda bem que assim é, que se chegue à idade da reforma em perfeito estado de saúde. Sendo assim, é compreensível que se façam projectos de vida, que se torne expectável realizar vários projectos adiados devido à actividade profissional… Quantas vezes esses projectos continuam a ser adiados devido às tarefas de que se incumbem os avós modernos. Depois de assegurar o transporte casa-escola-casa, preparar o lanche, orientar os trabalhos de casa, colaborar na brincadeira das crianças e, quando já se encontra de rastos, ainda tem que entreter o(s) neto(s) até à chagada dos pais para os levar de regresso a casa… Entretanto lá ficou adiado o projecto de frequentar o ginásio, o filme que se tinha pensado ver, o cafezinho com os amigos…

terça-feira, 22 de outubro de 2013

E FOI ASSIM...

… a celebração possível das “Bodas de Cedro”… Quando uma data especial acontece num dia de semana, só há duas hipóteses: ou se celebra no próprio dia sujeito ao stress de um dia de trabalho e ao horário possível, ou se adia (ou antecipa) para o fim-de-semana mais próximo. No meu caso, optei por antecipar uma viagem repousante no hotel Palace da Curia.
Para hoje, dia oficial do 36.º aniversário, tinha pensado num jantar romântico a dois seguido de uma sobremesa regada por um espumante na companhia dos familiares mais próximos… Acontece que tanto o genro como a companheira de jornada tinham reunião à tarde e a filha trabalhava também à tarde. Além disso, era preciso apanhar o Miguel na escola e fazer-lhe companhia até os pais chegarem… Complicado arranjar um programa com todos estes condicionalismos… Com a ajuda da minha filha lá conseguimos arranjar o programa possível que acabei por achar interessante: Jantar a dois em Vila do Conde (restaurante Caximar) e a sobremesa em casa da minha filha.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

HISTÓRIAS DE FIDELIDADE

Há alguns dias atrás, a RTP voltou a passar o filme “Sempre a seu lado” a história de Hachiko o cão fiel que, após a morte do seu dono, o esperou à porta da estação onde ele devia sair para o acompanhar até casa como sempre fazia. Todos os dias, à mesma hora, durante dez anos, Hiachiko esperou pacientemente o seu dono deixando-se morrer com 11 anos de idade no seu posto de espera. Já tinha visto este filme e confesso que me emocionou até às lágrimas e, desta última vez, me provocou a mesma emoção tanto mais que se trata de uma história verdadeira. A fidelidade é um sentimento que sempre me emociona e os animais dão-nos belos exemplos disso.
Este exemplo de lealdade que muitas vezes falha nos humanos não é característico apenas dos cães. Muitos outros animais nos têm dado exemplos semelhantes. Mas também entre os humanos há exemplos destes. Quem não conhece a história de alguém que, todos os dias, à mesma hora, espera pacientemente algo ou alguém que, de antemão, sabe que nunca virá…?

domingo, 20 de outubro de 2013

FIM DE SEMANA NA CURIA

A manhã de sexta-feira acordou tristonha e chuvosa mas nada que fizesse prever como o tempo iria piorar para a tarde... Durante a manhã, enquanto aguardava a saída de minha mulher, fui-me entretendo a fazer a mala para um fim de semana no Palace Hotel da Curia onde já tinha feito uma reserva na semana passada. Afinal a minha técnica de fazer malas revelou-se falível porque me esqueci da touca e dos calções de banho o que me impediu de frequentar o Spa do hotel....
Depois de almoço, depois de acabar de fazer malas, partimos com destino à Curia. Uma chuva persistente foi uma constante durante toda a viagem. Era tal a intensidade com que se precipitava contra o para-brisas que as escovas se revelaram impotentes para a varrer por completo. Depois de ter ultrapassado a saída da A1 para a Curia o que me obrigou a um longo percuso por estradas secundárias, lá chegamos ao nosso destino. Deram-nos um quarto magnifico no terceiro andar com vista para a piscina e para o jardim em frente ao hotel.
Nesta altura do ano em que a lotação do hotel se resumia ao terceiro andar, permitiu-nos apreciar a beleza dos salões a evocar os tempos áureos deste Palace hotel além de uma estadia calma para retemperar energias...
A manhã de sábado chegou sorridente com um lindo sol outonal pelo que aproveitamos para viajar até Coimbra, cidade que já não visitava há alguns anos e que me surpreendeu pela positiva...muito mais moderna e cuidada do que a minha memória o permitia...
Como ainda era cedo, regressamos à Curia mas... com paragem para almoço no "Pedro dos Leitões" já que ficava em caminho...
Hoje, domingo, feitas as malas e o checkout, ainda deu para almoçar com a filha, genro e Miguel.
Enfim, ainda não foi a comemoração dos 36 anos de casados (bodas de Cedro) mas apenas um prenuncio da data que se comemorará a 22 deste mês. Espero que no frondoso Parque da Curia exista pelo menos um Cedro...

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

DEUS SÓ LEVA OS QUE AMA

Não faço parte daquele grupo de pessoas que, após o falecimento do mais refinado canalha o converte no mais puro exemplo de virtudes… Fiquei chocado com a notícia da morte de Erich Priebke com 100 anos….! Este criminoso, antigo membro das SS, faleceu esta sexta-feira, em Roma, onde cumpria uma pena de prisão domiciliária após ter sido condenado em 1998 pela Justiça italiana a uma pena de prisão perpétua, pela participação no massacre das grutas Ardeatinas, cometido em Roma em março de 1944, durante o qual foram mortos 335 civis italianos. As vítimas, entre as quais 75 judeus, foram executadas com um tiro na nuca, como represália a um ataque da resistência contra uma unidade das SS de Hitler. È bom que não se omita que este fdp que era apelidado de “Carniceiro”, durante o julgamento, nunca mostrou sinais de remorsos….
Mais uma vez reitero aqui a minha convicção de que Deus (seja Ele quem for) só leva os que mais ama…
Parece que, segundo esta minha teoria, terei vida longa…

BODAS DE CEDRO

Sendo as mais conhecidas do público em geral, as bodas de prata (25 anos) e as bodas de ouro (50 anos), são por isso as mais festejadas entre a maioria dos casais. No entanto, a cultura popular associou a cada aniversário de casamento, um material que assinala e comemora uma nova etapa do casamento, para além dos habituais anéis de prata e de ouro com que se comemoram as bodas de prata e as bodas de ouro. Nestes eventos, a troca de prendas está à partida resolvida, mas quando se fazem 36 anos de casados, ou seja, bodas de cedro (ver neste blog – Bodas de casamento), a escolha de um presente adequado torna-se tarefa assaz difícil… Oferecer um anel… de cedro?! Uma caixinha em madeira de cedro com um anel (ou outra joia) dentro? Um jantar romântico...?
São tudo hipóteses (algumas pouco viáveis), além de muitas outras que de momento não consigo imaginar… Aceitam-se sugestões de quem for mais criativo do que eu (e não é preciso muito…). O dia aproxima-se a passos largos…
Bodas de cedro…! Ora bolas!
Não podiam ter inventado um outro material mais nobre…?!
Ver também Bodas de Aventurina

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

PULSEIRAS DO SEXO

A moda das pulseiras coloridas teve origem nos colégios ingleses e, como é habitual, foi rapidamente adoptada pela nossa juventude estudantil. Assim como a maioria dos pais também muitos jovens não vêm qualquer inconveniente em usar uma ou várias destas pulseiras da cor da sua preferência. Inocentemente, um grande número de jovens usa estas pulseiras (em silicone ou em tecido) como mero adorno desconhecendo o código inventado pelos jovens ingleses que atribui a cada cor, um significado relacionado com experiências sexuais. Por alguma razão, são designadas entre os jovens como “pulseiras do sexo”…
Convém porém, não confundir com as inocentes “pulseiras de amizade” de cores neutras. Alguns pais mais esclarecidos estão já preocupados com a divulgação e uso generalizado destas pulseiras pelos jovens. Na Inglaterra, o uso inocente destas pulseiras, já originou alguns casos de violência sexual sobre quem as usa…
Como alerta para pais e jovens menos informados que na sua inocência as usam, muitas vezes oferecidas por colegas… indico a seguir o significado das cores (pesquisado na Internet):

Amarela – significa dar um abraço no rapaz;
Laranja – significa uma “dentadinha do amor”;
Roxa – dá direito a um beijo com língua;
Cor-de-rosa – a rapariga tem de lhe mostrar o peito;
Vermelha – tem de lhe fazer uma lap dance (dança erótica);
Azul – a rapariga tem de fazer sexo oral ao rapaz;
Verdes – dar chupões no pescoço;
Preta – significa fazer sexo com o rapaz que arrebentar a pulseira;
Dourada – fazer tudo o que foi descrito para as outras cores.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

EU DEVIA, ERA HIBERNAR

Eu devia era hibernar como fazem os ursos. Eles hibernam para melhor enfrentar a época do frio e a consequente escassez de alimentos. Pela primeira razão eu devia hibernar já que detesto o frio e mas mais ainda o tempo chuvoso. Este tempo deprime-me, tira-me a vontade seja do que for… a não ser ficar em casa quentinho mas isso iria aumentar ainda mais a minha depressão.
Talvez fosse melhor fazer como as andorinhas, na época do frio vazar para paragens mais quentes… Isso exigiria um suporte monetário que não tenho e além disso, uma quebra dos laços familiares já que todos trabalham não podendo acompanhar-me na viagem… Hipótese rejeitada.
Decididamente, eu devia era hibernar…
… como faz o urso polar…!

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

HOJE É UM DAQUELES DIAS...

Hoje o dia amanheceu chuvoso. Gotas de chuva escorrem em silêncio na vidraça, Lá fora, a chuva vai pintando de cinzento as ruas, os prédios os carros, e o céu… É um daqueles dias em que me apetece dizer – deixem-me no meu cantinho, não me digam nada, não me perguntem nada, não me façam nada… isto é, façam de conta que morri. Façam de conta que já não estou cá… Quero apenas estar estando ausente… É um daqueles raros dias de “baterias descarregadas” em que o mínimo gesto representa um esforço quase sobre-humano pela sua inutilidade… Em que me pergunto a cada intenção de agir – para quê? Vale a pena…?
Mas a vida continua… a vida não para. É preciso levar o Miguel à escola, há contas para pagar, tenho análises para fazer… Por isso, há que afivelar o meu mais bonito sorriso (se é que alguma vez o tive), brincar com o Miguel durante a viagem até à escola, cumprimentar alegremente o funcionário do café…
Há dias em que nem a chuva lava a tristeza que ainda paira no ar como as partículas poluentes…

Há dias assim…

domingo, 13 de outubro de 2013

EVERYBODY'S GOT TO LEARNE SOMETIME

Change your heart
Look around you

Change your heart
It will astound you
I need your loving like the sunshine
And everybody's gotta learn sometime
Everybody's gotta learn sometime
Everybody's gotta learn sometime

Estranhamente é esta a música que agora não me sai da cabeça… Música velhinha dos The Korgis, que me faz lembrar um velho comercial creio que da Wollmark que passava na TV, e que já faz parte do meu imaginário de adolescente. Na verdade, de uma forma inconsciente, esta música tem-me acompanhado ao longo dos anos assaltando-me a mente de quando em vez sem qualquer motivo aparente… Esta persistência deve-se mais à melodia do que à letra da canção. Só recentemente domino razoavelmente o inglês para compreender o significado da letra…
Recentemente, esta música veio-me parar às mãos através de um vídeo do YouTub e agora não me sai da cabeça. Adoro esta música…
Com efeito, todos nós somos obrigados, algum dia, a aprender uma lição de vida…

sábado, 12 de outubro de 2013

UM AZAR NUNCA VEM SÓ...

Uma coisa que me deprime sobremaneira é uma avaria em qualquer automatismo seja ele qual for (no carro, electrodoméstico, computador, …) e não saber, de momento, a quem recorrer para o reparar. A situação é tanto mais grave quanto esse automatismo é vital para a normalidade do nosso dia-a-dia. Foi hoje o caso do portão automático da garagem. Há já uns dias que andava a dar sinais de avaria ao fechar e ao abrir. Por isso, à cautela, estacionei na rua e não meti o carro na garagem. Se o tivesse feito, seguramente teria ficado retido no interior porque até a fechadura da caixa que desliga o automático ficou bloqueada Para tornar o cenário ainda mais negro, hoje é sábado e a empresa construtora da moradia encontra-se encerrada. Caso contrário, teria obtido o contacto da empresa que colocou os portões tendo em vista agendar uma data para a reparação. Também me lembrei de recorrer ao vizinho que já teve a mesma avaria no portão da garagem mas o homem encontra-se hospitalizado devido a um problema de coluna… Cá está mais uma prova de que um azar nunca vem só…
Enfim, do mal o menos. Ainda bem que não foi um problema de saúde.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

DE CASTIGO...

Não sou apologista de castigos prolongados. São contraproducentes pela impossibilidade de serem cumpridos integralmente ou por não surtirem o efeito pretendido ao aplica-los. Castigos do género, não vês TV durante um mês, ficas proibido de usar a Internet até ao final deste período de aulas, não falo contigo até que te resolvas pedir-me desculpa… Estes castigos geralmente nunca cumprem o tempo estipulado. Passam-se alguns dias depois da sentença… e cada dia, é mais um mergulho em águas mornas… mais uma oportunidade de perdão desperdiçada… E assim passa outro dia… e lá se vai mais uma oportunidade de perdoar… Quantas mais serão precisas para concluir da irracionalidade de um castigo tão prolongado?! E assim se vai perdendo a conta aos dias de castigo e das oportunidades de usar a indulgência do perdão… convenhamos que isto de dar oportunidades também cansa… e dói…
Dói a indiferença, a intolerância, …
O castigo por demais prolongado tem o efeito contrário à intenção que lhe deu origem… gera a revolta nos jovens e a descrença nos mais velhos…
Mais um dia… de castigo.
Até quando…?!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

OS MEUS PECADILHOS...

Eu que me prezo por praticar as mais elementares regras de alimentação racional assumo aqui um dos meus pecadilhos. Gosto de beber uma bejeca bem geladinha quando chego sequioso do Gym. Sei perfeitamente que não é a bebida mais adequada para quem acaba de praticar exercício físico. No máximo, deveria ingerir uma bebida isotónica como a que consumo durante a sessão de ginásio… Não há dúvida que determinados alimentos, cheiros, sons… estão associados à memória de momentos já vividos no passado. Não sei se esta minha preferência tem algo a ver ou não com essa associação o facto é que gosto mesmo de uma bejeca bem geladinha quando regresso a casa vindo do Gym…
Este meu pecadilho é de somenos importância comparado com os meus pecadilhos consumistas. Sou vidrado em roupas e sapatos, adoro relógios de pulso (não importa que sejam de contrafacção , não resisto ao impulso de comprar o último sucesso literário exposto numa livraria, … Pelo menos a bejeca é o pecadilho menos dispendioso!
E não me venham dizer caros leitores deste blog que não cometem nenhum destes ou outros pecadilhos!
Vá, confessem lá... quais são os vossos pecadilhos consumistas?

I DON'T CARE... I LOVE IT

You're on a different road, I'm in the Milky Way
You want me down on Earth, but I am up in space
You're so damn hard to please, we gotta kill this switch
You're from the 70's, but I'm a 90's b*tch
Esta é outra música que não me sai da cabeça… nem do carro pois não resisti a gravá-la e a abanar o capacete enquanto conduzo ao (alto) som desta música… É engraçado surpreender o olhar admirado de uns e de pura censura de outros condutores que estacionam ao meu lado nos semáforos… Mas sinceramente… I don´t care… I love it.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

O DEVORADOR DE LIVROS

A sofreguidão com que devoro livros só pode ter uma explicação… assumo que se trata de uma fuga à realidade e, no meu caso, mais uma forma de não pensar naquilo que me aborrece ao concentrar o meu pensamento nos cenários descritos no livro. Há quem veja telenovelas, quem passe horas nas redes sociais… eu prefiro os livros.
Actualmente estou a “devorar” um livro que me veio para às mãos imprevisivelmente… “A chave de Gaudi”. A acção deste livro passa-se em Barcelona e segue a mesma linha do “Código Da Vinci” mas tem o mérito de nos dar a conhecer a bela cidade de Barcelona e as famosas obras desse grande mestre da arquitectura, Antoni Gaudi.
Começo já a preocupar-me com a leitura que se lhe irá suceder já que estou nos capítulos finais deste livro. Alguém tem uma sugestão?
O essencial é desviar o pensamento na impossibilidade de o poder parar…

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

OLÁ, TUDO BEM?

Esta é uma das saudações mais comuns entre cibernautas e que passou rapidamente à sua forma verbal. Quase sempre, é a primeira pergunta que se faz quando encontramos um amigo, conhecido ou mesmo um familiar… Na verdade, fazemos esta pergunta mais por hábito, educação, delicadeza, do que por um genuíno interesse pelo bem-estar do outro. Invariavelmente, a esta saudação, obtém-se como resposta ‘tudo bem, e contigo...?’. Que outra resposta se poderia dar? Responder um simples ‘sim’, desbobinar um rosário de maleitas ou, pior ainda, enumerar um rol de infortúnios?
Às vezes é mais fácil dizer que se está bem do que explicar todas as razões por que não está…

domingo, 6 de outubro de 2013

OS AMIGOS QUE MERECEMOS

O que parecia ter sido uma péssima ideia, acabou por se revelar uma óptima escolha. Com efeito, sair de Esposende às 11:30 (a passar) para ir almoçar a Vila do Conde que não é propriamente perto sem ser muito longe, parecia uma má ideia. Considerando que tínhamos ali à mão o habitual restaurante Lima. Mas lá fomos principalmente para quebrar a rotina mas também pelo excelente serviço que já tínhamos comprovado de uma outra vez. Também neste almoço, a escolha do restaurante Caximar, não nos desiludiu quer pela qualidade quer pelo preço. É de salientar a magnifica paisagem que dali se desfruta uma vez que está situado sobre a praia, além da simpatia e profissionalismo dos funcionários.
O almoço, um apetitoso arroz de marisco, foi degustado num clima boa disposição, acompanhado de algumas risadas e regado por um “Muralhas” fresquinho. Acabei por me render à alteração da rotina da escolha do restaurante para estes almoços de Amizade. Ainda bem que temos amigos assim que nos ajudam a quebrar rotinas e com isso, desfrutar de novos “horizontes”. São aqueles amigos que ao longo do tempo marcaram presença nas nossas vidas… Nem sempre merecemos os amigos que temos... nem sempre temos os amigos que merecemos... Mas estes são seguramente os nossos AMIGOS… É bom ter amigos assim…

sábado, 5 de outubro de 2013

SOL DE POUCA DURA

Subitamente, ao observar o céu (agora observo com frequência o céu…), apercebo-me que o vento mudou. Consigo saber a direcção do vento através da trajectória das nuvens. Ainda há pouco corriam de Sul para Norte e neste momento, dirigem-se de Norte para Sul… É infalível este processo para prever o tempo que vai fazer… O que é certo é que o Sol já deu um ar da sua graça e não voltou a chover  Mesmo assim, apesar da confiança que tenho na minha técnica de previsão meteorológica, pesquisei na Net e constatei que se aproximam dias de sol já a partir de hoje… mas o Sol só irá brilhar até à próxima sexta-feira, dia 11.
Enfim, poderá ser sol de pouca dura mas sabe bem receber a visita do sol depois destes dias sombrios de inverno em pleno outono…
Uma coisa a vida me ensinou... Tudo que é bom, acaba depressa…mas enquanto dura é urgente aproveitar cada sorriso que o “Sol” nos dá…

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

DIA MUNDIAL DO ANIMAL

Embora viesse a propósito, não será ainda hoje que vou falar daquele meu vizinho, não sei se o de baixo, o de cima ou qualquer outro. Um deles, ao fim do dia, quando se espera um pouco de sossego e calma, começa a arrastar cadeiras e outro a bater com as portas… Mas não vou hoje dar-lhe a honra de serem o assunto do dia. Porque hoje se celebra o Dia Mundial do Animal, vou homenagear, a título póstumo, o meu cão Farrusco. Nunca esquecerei o companheiro que foi principalmente no meu pós-operatório. Passou imensas tardes ao meu lado no sofá, pacientemente deitado no meu colo. Sempre atento a qualquer gemido meu, ao qual correspondia com uma lambidela na minha face. Muitas vezes ridicularizei a relação exageradamente carinhosa dos donos de alguns cães. Hoje até consigo compreender e obviamente, aceitar essas manifestações de carinho. Nunca pensei vir a ter uma tal relação de amizade e companheirismo com um cão! Mas foi o que aconteceu. Não me envergonha confessar que chorei aquando da sua partida. E que saudades tenho do meu Farrusco! Será que algum dia o irei reencontrar?! Será que os cães também regressam…?
(Sei que andas por aí, ouço os teus passos em certas noites, quando me esqueço e fecho as portas começas a raspar devagarinho, às vezes rosnas, posso mesmo jurar que já te ouvi uivar, cá em casa dizem que é o vento, eu sei que és tu, os cães também regressam, sei muito bem que andas por aí.)
Manuel Alegre, Cão como nós

terça-feira, 1 de outubro de 2013

HÁ MÚSICAS QUE NÃO NOS SAEM DA CABEÇA...

Quem não experimentou ainda esse estranho fenómeno de uma música que não nos sai da cabeça ao longo do dia? Acorda-se com ela na mente e todo o dia nos acompanha insistentemente… 
Este fenómeno tem sido objecto de estudo por vários cientistas sem contudo ter ainda sido encontrada até hoje uma explicação cabal. É o designado “efeito chiclete” que faz com que determinada música (e respectiva letra) se vá repetindo incansavelmente ao longo do dia e, às vezes, por vários dias…
Agora é esta a música que me acompanha durante o dia para onde quer que eu vá…
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