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sábado, 5 de agosto de 2017

QUANDO O SOL NÃO CHEGA

Nem era preciso o estudo de investigadores da Universidade de Montreal para provar que o Sol é uma estrela do tipo solar. Toda a gente sabe isso, mas ficou assim provado graças a esses investigadores.
Ninguém discute que o Sol é uma estrela e muito menos a sua importância para a própria vida na Terra. Deus nos livre pensar na Terra na ausência do sol…!
Graças aos raios ultravioletas invisíveis a olho nu, o sol é responsável pelo tom dourado que a pele adquire quando exposta ao astro-rei. É claro que essa exposição é maior e mais frequente no verão, mas pensar que lá por ser inverno o sol é inofensivo, é um erro muito comum. A radiação emanada pelo sol pode ser igual à do verão, tornando-se prejudicial para a pele. Não devemos descurar a protecção obtida através de cremes protectores sempre que praticarmos actividades ao ar livre.
No entanto, nem sempre o sol é o bastante para que a pele adquira o tão desejado tom bronzeado de verão. Por outras palavras, direi que nem sempre o sol chega para conferir o tom bronzeado que leva horas a adquirir… É o que vulgarmente se diz “trabalhar para o bronze”.
Nesse caso, é sempre bom recorrer a uma boa receita para favorecer o tão almejado tom bronzeado sem grande “trabalho”.
Receita:
Num liquidificador, misture 2 cenouras (partidas em pedaços) com metade de uma manga e duas laranjas.
Prepare um sumo com estes alimentos e beba pelo menos um copo por dia.
Ao fim do verão verá que adquire o tom bronzeado que sempre quis.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

HOMENAGEM AOS AVÓS

Bem sei que o Dia dos Avós já lá vai, celebra-se a 26 de Julho.  É importante que se saiba que a data foi escolhida pelo papa Paulo VI como homenagem aos pais de Maria (Ana e Joaquim), avós de Jesus. Eu continuo a dizer e a pensar que todos os dias são dias, basta a gente querer.
Numa época em que o conceito de família tem sofrido algumas alterações, o papel dos avós tem-se adaptado à nova realidade ao longo dos tempos. De uma maneira ou doutra, os avós têm conseguido estar presentes cuidando e substituindo os pais quando ausentes.
Há avós mais ocupados do que outros, por isso compreendo e não exijo que todos reajam do mesmo modo, mas há sempre lugar (nos nossos corações) para os nossos pequenotes. Não seja esta mais uma desculpa para o não desempenho do papel fundamental dos avós na transmissão de valores, conhecimentos e até crenças.
A maior parte de nós guarda com saudade as histórias de encantar e os ensinamentos dos nossos avós e ainda bem que guardam estas recordações!
Haja saúde e bem-estar, condições fundamentais para acompanhar de perto os nossos pequenos. De acordo com os dados fornecidos por “Caring for Children in Europe”, Portugal é o país da União Europeia que dedica mais tempo (cerca de 30 horas semanais) aos respetivos netos. Não resta qualquer dúvida, sobretudo a quem os tem, que o convívio entre avós e netos é uma fonte de saúde para ambas as partes. Cá para nós, esta relação traz mais benefícios aos avós do que aos netos na medida em que evita o risco de depressão. Os avós que não cuidam dos seus netos, está provado, são mais propensos a problemas de saúde.
De uma forma geral, o convívio entre avós e netos além de favorecer a saúde psicológica, também favorece o convívio na medida em que permite o intercâmbio de saberes. Deste modo, os avós continuam a sentir-se úteis e válidos durante mais tempo.
Tomar conta dos netos exige alguns sacrifícios é certo, quer nível físico, quer  emocional, mas favorece uma boa saúde para ambas as partes. Fala um avô babado.

sábado, 29 de julho de 2017

NÃO ACREDITO EM BRUXAS...

... pero que las hay, las hay.
A frase nem sequer é “nossa” (dito popular castelhano) mas nem por isso menos usada no nosso léxico nem menos verdadeira. Toda a gente declara (eu incluído) que não acredita em bruxas o que não significa que existam. Pelo menos com aquele cariz que a literatura infantil lhe pretende dar.
Se é verdade que não acredito em bruxas, não é menos verdade que acredito em energias, positivas ou negativas, que emanam de todos os seres. Creio que são as principais responsáveis por quase todas as manifestações emocionais (espirituais, físicas ou mentais) do ser humano. Há energias positivas emanadas por alguns seres que as libertam mantendo o ambiente limpo e equilibrado. Infelizmente, é mais frequente que pairem energias negativas sobre todo o nosso ambiente tais como a inveja, raiva, rancor… Pode dizer-se mesmo que há “especialistas” em emanar energias negativas e o pior, é que não sabem que o são… Por mais que tentem evitar, acabam por lançar energias negativas sobre as nossas vidas evitando que se alcance a tão desejada tranquilidade.
No entanto, quem é que não gosta de ter uma casa “arrumada” na ausência de energias negativas? Embora se atribua pouca ou nenhuma importância à cor na decoração, esta pode ter um papel fundamental no equilíbrio das tais energias. Uma só parede pintada de amarelo pode ajudar a neutralizar energias negativas e contribuir para a limpeza do ambiente.
É certo que o amarelo não vai muito bem com a decoração em geral, em contrapartida, pode pensar-se que esta cor ajuda a ampliar o ambiente tornando-o mais quente e aconchegante.

domingo, 23 de julho de 2017

ADRIANA BEACH CLUB

Depois de muito GPS do carro (que nunca tinha ligado) chegámos a uma subida que nos ficou na memória. Depois de desfazer a curva à direita, lá estava Adriana Beach Club em todo o seu esplendor.
Depois de devidamente instados, a bagagem é depositada em “carro” próprio na casa que nos é atribuída, há que explorar o empreendimento. No exterior existem duas piscinas além das casas com R/c e 1.º andar. As casas já conheceram melhores dias e estão a pedir uma total reforma. Como se vai num espírito de ferias, ninguém reclama.
A seguir, vem a praia privativa “Adriana Beach” mais conhecida por praia do Poço Velho. O único inconveniente desta praia é o acesso que se faz através de uma escada construída em madeira sobre a falésia. Como fomos no regime de “tudo incluído” não tivemos que pagar pela espreguiçadeira. Já o mesmo não se pode dizer acerca das toalhas para as quais é preciso deixar uma caução (reembolsável) na receção. Ah, o estacionamento também é pago.
Quanto à praia, são 5 km convidativos a longas caminhadas desde Vilamoura a Albufeira. Isto sem contar com o percurso pedestre existente no topo da falésia entre Vilamoura e Olhos de Água…
Qualquer que seja o percurso escolhido, é inevitável passar na Praia dos Tomates e não se pense em outros tipos de frutologia… O nome atribuído a esta praia deve-se apenas e exclusivamente ao tipo de fruta explorado nos terrenos agrícolas subjacentes. Aí encontra-se um restaurante de praia além de um parque de estacionamento em terra batida, como deve ser.

Uma palavra de simpatia para todo o pessoal do Staff. E boas-ferias.
Praia da Falésia
Praia dos Tomates

sexta-feira, 14 de julho de 2017

POR QUEM NÃO MORRO DE AMORES

Já deu para entender que não morro de amores pelo Salvador. Eu sei que “morrer de amores” é apenas uma força de expressão e não se pode interpretar literalmente. A minha postura relativamente a este assunto nada tem a ver com o Festival Eurovisão da Canção. Nada disso, simplesmente não gosto da forma de cantar e principalmente, de estar do cantar. Mas não foi ele que originou a escrita destas linhas.
O mesmo já não digo da irmã, autora da letra e música da canção vencedora. Reconheço-lhe valor como compositora e também, porque não, como intérprete.
Há quem queira ver algumas semelhanças entre esta e a música brasileira…. Cada um vê o que quer. Também há quem queira ver na canção, a “síndrome do coração partido”. Este nome foi atribuído por pesquisadores alemães ao trauma da perda de um ente querido. Posso dizer, com toda a propriedade que sofro deste síndroma… Quanto à canção, basta “olhar” com atenção a respectiva letra:

Meu bem, ouve as minhas preces
Peço que regresses, que me voltes a querer
Eu sei que não se ama sozinho
Talvez, devagarinho, possas voltar a aprender

Talvez, devagarinho… quem sabe? Seja como for, aprecio a poesia de Luísa Sobral. Já quanto ao irmão, mantenho o que escrevi, não morro de amores pelo cantor, o que quer dizer que não gosto lá muito de Sobral. Mas se pensa que a expressão morrer de amores é o mesmo que morrer de amor, desengane-se. São expressões completamente diferentes. Pode mesmo, dizem os especialistas, morrer-se de amor. Segundo eles o organismo produz demasiadas hormonas (adrenalina e cortisol) que obstruindo as artérias, podem induzir a morte. Eles lá sabem, para isso são especialistas…
Contudo, fique tranquilo, trata-se apenas de um mecanismo de defesa do nosso organismo e nada mais.
Ah, e continue a ouvir “Amar Pelos Dois”
Se um dia alguém perguntar por mim
Diz que vivi para te amar
Antes de ti, só existi
Cansado e sem nada para dar


Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois.
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quarta-feira, 12 de julho de 2017

UM MOMENTO INESQUECÍVEL - O LIVRO

É já incontornável dizer que a vida é feita de momentos. Uns mais alegres do que outros, mas todos somados, configuram a nossa história.
Por que estamos no princípio de verão ou por que o tempo está assim, assim, recorri ao livro, “Um Momento Inesquecível”. Uma leitura mais aligeirada, para quem pretende descansar na borda da piscina ou na praia à beira mar. Esta obra marca o regresso do conceituado autor dos bestsellers “O Diário da Nossa Paixão” e das “As Palavras que Nunca te Direi”.
Trata-se indubitavelmente de um romance ternurento, de uma leitura até certo ponto, mais a gosto, não envolvendo muitos personagens e não andar para trás e para a frente como no livro anterior. Não se pede mais a este livro muito longe de outros do mesmo autor. Ao longo de 166 das 206 páginas do livro, mais precisamente 12 capítulos, o autor preocupa-se em retratar psicologicamente Landon (o narrador) e Jamie, a namorada. A narrativa arrasta-se ao longo destas páginas tornando, por vezes, difícil a leitura.
A obra, inspirada na vida e sobretudo na coragem da irmã de Nocholas Sparks foi, segundo a opinião de várias editoras, o único que fez chorar o autor. Na minha opinião, por isso vale o que vale, só chora quem tem algo por trás que o faz chorar… A mim fez-me chorar, mas por outros motivos que não o livro.
Um grande elogio vai para o tradutor, Mário Correia, que transcreveu do inglês este romance.
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