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sexta-feira, 25 de abril de 2014

LIBERDADE... A MINHA, A NOSSA E A DO OUTRO

A propósito da comemoração de uma data em que muito se fala em liberdade, aproveito o pretexto para escrever sobre esse bem tão precioso ao ser humano. A liberdade é um bem de tal modo fundamental que, quando um indivíduo comete qualquer tipo de crime, é punido com a restrição da sua liberdade.
Já muito se tem escrito sobre a importância da liberdade ao nível social mas aqui, vou referir-me a ela a um nível mais restrito, isto é, ao nível familiar. Considero que a liberdade começa em nós próprios e só depois poderá ser convenientemente exercida no ambiente familiar e social.
Na época atual, marcada por uma forte crise económica (e não só), vivem-se momentos de incerteza e insegurança que nos levam a restringir a liberdade dos nossos familiares mais próximos impedindo-os de fazer o que pretendem. É óbvio que ninguém quer o mal daqueles que ama e esta atitude só se compreende pela vontade de os proteger. Contudo, condescendemos frequentemente em relação à liberdade dos nossos filhos mas, no que toca à liberdade do companheiro de vida, o caso muda de figura… É natural, quando se ama, que surjam momentos de insegurança relacionados com o medo de perder o que origina, muitas vezes, uma atitude controladora, possessiva e intransigente em relação ao outro. Porém, convém não esquecer que ninguém é de ninguém e, se alguém está ao nosso lado, é porque decidiu ficar sabendo que tem a opção de partir…
Tal como conta uma vela lenda dos índios Sioux, Clique aqui “Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a magoar-se um ao outro.
Se quiserem que o amor perdure, voem juntos, mas jamais amarrados. Liberte a pessoa que ama para que ela possa voar com as próprias asas.”

quinta-feira, 24 de abril de 2014

5 DIAS EM PARIS #5

5º dia: E já é segunda-feira, dia de trabalho. Combinámos almoçar com o nosso filho e a saudade já paira no ar… Depois do pequeno-almoço no apartamento dirigimo-nos à Republique.
Podíamos ter apanhado o metro mas, como era cedo, fomos a pé até Belville onde o nosso filho trabalha. No percurso atravessamos o Canal de Saint Martin.
 
 Almoçamos os três num típico restaurante.
 Depois de almoço fomos de metro até às galerias Lafayete, um banho de multidão ecoisas bonitas para esquecer a proximidade da hora da partida…
 Um pouco de ar puro no terraço das galerias de onde se vislumbra uma bela vista de Paris.
Passagem obrigatória pela Ópera Garnier onde tomamos o metro com destino a Rue de Bac ao Boulevard de Saint-Germain.
 À esquerda, depois de passar a loja de Karle Lagerfeld encontra-se a Abadia de Saint-Germain des Prés.
 
Mais uma vez através da Ponte des Arts tomámos rumo a casa.
atravessamos o Sena para a ilha de La Cité passamos por Notre Dame onde não paramos por já termos visitado na viagem anterior.
E seguimos até à rua Vieille du Temple através da ponte Notre Dame. Regresso a casa onde jantamos os três. Jantar triste que a saudade começava já a apertar na garganta… E toca a fazer as malas que o regresso ao Porto está marcado para as 10h45 de terça-feira…

quarta-feira, 23 de abril de 2014

5 DIAS EM PARIS #4

4º dia: E tão depressa chegou domingo! Depois do pequeno-almoço em casa, percorremos a característica e sempre animada rua Vieille du Temple onde nos foi proporcionado tomar um café no “Comme à Lisbonne” de um portugês dos Açores.
 
 Prosseguimos a caminhada pela rua Rivoli...
... A caminho da rive gauche passamos pelo Museu do Louvre que já tínhamos visitado em viagem anterior.
 Chegados à rive gauche apanhamos um autocarro para o Museu d’Orsay. Edifício imponente e uma completíssima coleção obras de arte dos mais conceituados pintores.
 
Uma ideia da grandiosidade do museu onde existem numerosas galerias de um lado e doutro da nave central.
 A vista que se disfruta do piso superior.
 O restaurante que existe no mesmo piso onde se podem observar os relógios da estação que dantes aqui funcionava.
Através da ponte D’art dirigimo-nos ao jardim das Tulleries onde almoçamos (pic-nik improvisado).
 
Ao sair das Tulherias, a Torre Eiffel ao longe…
 Fica a Praça da Concordia para trás…
 Seguiu-se um breve passeio pelos Champs-Élysées…
Passagem pelo Grand Palais…
 e Petit Palais.
Atravessando o Sena pela ponte Alexandre III,
 Passagem pela Assembleia Nacional,
Nova passagem pela ponte D’arte com os famosos cadeados dos namorados.
 As pitorescas barracas de livros em 2ª mão na margem do Sena.
 A Conciergerie na outra margem
L´Hotel de Ville
E já estava na hora de apanhar o metro que a tarde já ia longa…
Até amanhã.

terça-feira, 22 de abril de 2014

5 DIAS EM PARIS #3

3º dia Sábado amanheceu frio e cinzento. Manhã cedo (não muito), na companhia do meu filho, fomos visitar o Jardin des Plants e as diversas galerias que lá se encontram. À entrada, lá estava Lamarck, pensativo como sempre…
Percorrendo o lindo jardim por entre canteiros de belíssimas espécies de flores e plantas.
Depois de percorrer este belo jardim, passamos à visita da diversas galerias..
Começamos pela Grande Galeria da Evolução.
 
E lá estou eu como digno representante da evolução animal…
Vista geral da grandiosidade desta galeria…
E porque a fome e o cansaço já começavam a apertar, fomos almoçar à Mesquita de Paris, logo ali à esquina…
Pormenor da forma curiosa como servem o chá que acompanha a refeição.
Imperdível esta visita quer pela gastronomia quer pelo pitoresco do local.
A passarada esvoaça por entre as mesas perfeitamente à vontade aproveitando os restos do couscous que ficam sobra a mesa.
Só para abrir o apetite aqui está a minha refeição.
Et voilá… Au revoir.
Depois de almoço, continuação da visita ao Jardim das Plantas, mais propriamente à Menagerie.
Os cangurus estavam a fazer a sesta e não nos ligaram.
Prosseguimos a visita pela Galeria da Botânica.
Aqui podem observar-se espécies vegetais dos diferentes climas da Terra.
Continuando a visita pela galeria da Anatomia.
E para um só dia já foi bastante cultura…
Até amanhã.
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