“Todos os que caminham pela terra devem
morrer, mas quem realmente amamos jamais morre, em nossa memória viverá
eternamente.”
(In A Maldição do Anel)
“Todos os que caminham pela terra devem
morrer, mas quem realmente amamos jamais morre, em nossa memória viverá
eternamente.”
(In A Maldição do Anel)
Ser pai é um dom especial que não se enquadra
com qualquer um, não ignorando que isso acarreta alguns problemas. Lá vem o dia em
que os filhos se tornam pais também e nós, que pensávamos ser apenas pais,
passamos a ser avós…! Mais tarde, transformámo-nos em filhos dos nossos filhos a precisar de
cuidados, aqueles velhos que nada sabem e o que sabem está já ultrapassado e
nem interessa sequer escutar. Os
pais que detinham o estatuto de pais passaram a ser filhos, um empecilho que
impede que se realizem muitos dos projetos de vida idealizados.
Sinceramente não vejo grande diferença entre os
dois termos. Por definição, genocídio é o assassinato deliberado que visa eliminar
seres humanos inocentes por vários motivos, entre eles, motivos políticos… Na
definição entre genocídio e assassinato, a opinião dos especialistas encontraram
discrepâncias ao tentar separar o significado legal do sentido comum
que a palavra adquiriu. Do ponto de vista legal, genocídio é o crime cometido
em tempo de paz ou de guerra mas não deixa de ser um crime segundo o direito
internacional. Tanto a Convenção para a prevenção e repressão do crime de
genocídio, como o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional de
1998, contêm idêntica definição para os dois termos.