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domingo, 31 de maio de 2020

DIA DOS IRMÃOS


É o vosso dia mas nunca saíram do meu pensamento nem do meu coração. Onde quer que estejam, um grande beijo.

QUEM MANDA SÃO OS GENES


Há coisas que não dependem da vontade e não vão lá com dietas ou com outros ritmos de vida. Está neste caso o viver muitos ou poucos anos. Do mesmo modo, envelhecer, além de ser algo fatal, é principalmente uma questão genética. Diariamente somos confrontados com algumas pessoas que apresentam um aspecto jovem apesar da idade cronológica, enquanto outras, com a mesma idade, apresentam um aspecto bastante envelhecido.
O facto só comprova a importância do papel dos genes. Como explicar de outro modo os que resistem a doenças cardiovasculares bem como doenças do foro oncológico? Estas doenças não escolhem sexo nem idade e atacam cada vez mais frequência a sociedade contemporânea. Apesar destas ou sem doença nenhuma, há quem viva muitos anos, enquanto outros morrem muito cedo já não contabilizando os que morrem precocemente.
A natureza não é justa com ninguém…, mas também ninguém disse que era. Assim como não é possível a escolha dos pais, também não é possível escolher decidir os genes que vão orientar toda a nossa vida.
Há dias que, por muito que se faça, não se pode parar o envelhecimento contudo, não se envelhece evitando fazer seja o que for, envelhece-se por não fazer,… seja o que for.
Há dias assim.

sábado, 30 de maio de 2020

ENTRE UM E OUTRO


Há pessoas de quem se gosta logo à partida e outras que se detestam sem qualquer razão aparente que pode residir no aspecto, ideologia ou nos atos diários, são pessoas que, embora desconhecidas, provocam aquela aversão que nos leva à rejeição.
Ninguém se fez nem ninguém tem culpa do que sente. Na maior parte das vezes sem qualquer razão que nos faça gostar ou detestar alguém.
Entre um e outro, como diz o povo, venha o diabo e que escolha. De um lado, a Praça que devia ser de Alegria se não fosse a tristeza que causa ver a luta inglória do apresentador contra o envelhecimento ignorando que é pago, em parte, com a contribuição obrigatória da taxa que todos pagam. É notório que não gosto do apresentador do tal programa que se considera uma vedeta insubstituível, pela atitude que tem manifestado em vários programas. Um dos defeitos é impedir que os convidados inclusive a “partenaire” de exprimir a sua opinião interrompendo com vivências pessoais que pouco interessam a quem assiste. Ao longo de vários dias, a minha aversão tem-se vindo a instalar, de tal modo que até o seu tom de voz me irrita.
Claro, que há sempre a possibilidade de mudar de canal e assim evitar essa presença desagradável mas, qualquer outro canal divulga exaustivamente as poucas notícias que vão surgindo bem como os números relativos à evolução do covid-19 em todo o país ou mais recentemente o desporto-rei. Entre o canal estatal e os demais, só encontro uma diferença, todos estão preocupados com as audiências, o que é natural até certo ponto.

sexta-feira, 29 de maio de 2020

VOLTAR AO ANTIGAMENTE


Quando se diz que se está ansioso por terminar este confinamento a que o covid-19 nos obriga, muita gente pensa na descoberta de uma vacina que venha a erradicar a existência deste vírus tendo em mente voltar ao “normal”, isto é, voltar à mesma vida. É como pretender reviver um passado que, por isso mesmo, não volta mais. Para muita gente, o confinamento não passou de uma curta pausa para seguir como dantes a mesma vida.
Poucos se aperceberam que nada será igual depois do novo coronavírus e, em nenhuma situação, é impossível regressar ao passado. Quer se descubra uma vacina, quer não, o confinamento veio apenas proporcionar um interregno para repensar a vida que se viveu e aprender a viver com a presença deste e de outros vírus que eventualmente virão. Atravessamos uma fase de aprendizagem que só poderá ser ultrapassada por quem assumir um novo “normal”, enfim, reaprender a viver.

quinta-feira, 28 de maio de 2020

A VACINA SALVADORA


As vacinas consideradas até hoje como algo vulgar, protege qualquer cidadão de muitas doenças infecciosas. Nunca foi tão ansiada a descoberta de uma vacina que permita resistir ao contágio do novo corona vírus. Graças às vacinas muitas das doenças infecciosas encontram-se actualmente erradicadas. Uma dessas doenças que grassava por toda a Europa era a varíola responsável por imensas mortes e, na melhor das hipóteses, as marcas que assinalavam a sua passagem através das cicatrizes que permaneciam por toda a vida. Deve-se a Edward Jenner que, em pleno século XVIII, descobriu uma  vacina que permitiu erradicar essa terrível doença.
Actualmente, as vacinas são bastante seguras tornando-se banais no dia a dia e que nos protegem contra inúmeras doenças infecciosas. Contra este sistema de protecção, surgiu em vários pontos do globo o movimento antivacina a meu ver incompreensível apesar dos argumentos que se formulam em sua defesa. Devido a estes comportamentos, muitas das doenças que se julgavam erradicadas estão de novo a voltar… Com efeito, sempre que uma grande parte da população deixa de ser vacinada, quem adere a esta teoria transporta consigo diversos agentes infecciosos entre eles o covid-19. Devido à facilidade com que se deslocam, muitos portadores assintomáticos de vários agentes infecciosos que dispersam por todo o mundo. Atendendo a facilidade da mobilidade, é lógico que se defenda a vacinação seja uma prática obrigatória, sempre que existe.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

SOLIDÁRIO COM AUTARCAS DO NORTE


Não podia estar mais de acordo com todos os autarcas da região Norte que se manifestaram contra o desvio de rotas desta companhia não só pela drástica redução dos voos da TAP a partir do aeroporto do Norte mas porque considero que já contribuí bastante directamente com a perda de uma vida humana e indirectamente, com outra vida humana de alguém relacionado com essa perda.
Considero que, pela sua importância para o país, esta companhia devia ser nacionalizada e, como é óbvio, estou completamente contra a distribuição de subvenções por parte de uma companhia tecnicamente falida… Esta é a minha opinião e contra mim falo, aliás esta opinião não se encontra de todo isolada e só lamento que não suba os poucos degraus que a separam da rua até à AR.
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