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quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

O CORPO É QUE PAGA...

Está na moda ressuscitar velhas canções agora interpretadas por outros artistas e, devo confessar, continuo a gostar. Não sei se quem as escuta compreende na integra o real sentido da letra ou se ficam só pela melodia que, embora muito atual, continua a agradar à grande maioria. A verdade é que a frase fica no ouvido e é utilizada em diversos contextos.

Seja qual for o esforço, seja qual for a condição física em que se encontre, cada vez mais a frase se aplica o que se pode entender dos versos “o corpo é que paga”… mas todos os versos são também para entender.

terça-feira, 14 de dezembro de 2021

TANTA PRESSA!

Durante o banho pensei, sim porque se pode pensar durante o banho, pensei que, do mal o menos, tive sorte não ter partido nenhum osso quando caí abaixo da cama. Nisso já sou expert, é a terceira vez que caio abaixo da cama… mas desta vez fiz só algumas escoriações que tentei colmatar com um sucedâneo mais atual da arnica. Quando era pequeno e mesmo adolescente, a arnica servia para curar tudo.

Depois do banho, comecei a vestir-me à pressa… para quê? Pensei. Afinal a rotina pode esperar apesar de se ter instalado como chiclete na sola do sapato. De facto não há pressa quando tudo corre igual. Tanta pressa, pensei, pressa de chegar onde? Quanto maior é a pressa, também mais depressa se chega ao fim.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

JÁ TINHA SAUDADES

Já tinha saudades mas lá consegui espremer-me entre os parcos centímetros que ladeiam a console da lareira e o sofá. Depois de muito refilar, de boca fechada, cheguei à conclusão que tudo se resume a uma questão de escalas. Enquanto uns vêm um grade espaço, outros vêm a estreiteza do mesmo espaço…

Uma vez chegado à estante, escolhi um CD da minha cantora preferida em língua francesa. Na altura ouvia-se mais Sylvie Vartan talvez pelo aspeto físico ou porque as canções fossem mais “mexidas”. Ainda hoje mantenho-me fiel aos interpretes em língua francesa, nomeadamente  F. Hardy devido ao seu ar mais calmo que evoca outono e claro, à sua voz. Quanto às canções desta interprete e compositora é evidente que há as que gosto, aquelas de que gosto menos e as poucas de que não gosto…

De qualquer modo, a língua francesa atrai-me mais do que qualquer outra, talvez porque a compreendo melhor…

sábado, 11 de dezembro de 2021

MAIS OUTRA FOLHA

Sexta 08/01/2018 – Tenho uma barba semeada em dia de temporal com forte ventania. Uns pelos crescem para a direita e na mesma face outros crescem para a esquerda. Todos os dias, ao fazer a barba, deparo-me com a escolha entre a espuma de barbear que tencionava substituir o gel, as lâminas que coloco na velha máquina de barbear em vez das recomendadas para pele sensível, penso mas não digo nada. A intenção era boa mas, segundo dizem, de boas intenções está o inferno cheio… Atualmente deve ter a lotação esgotada.

Hoje foi o dia destinado à visita à minha sogra para os lados de Viseu, apesar do frio que congela tudo e às vezes todos. Por este motivo almocei sozinho, almoço preparado de véspera. É só aquecer, disseram.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2021

COMO DIMINUIR A POLUIÇÃO?

Não adiantam reuniões, convenções ou qualquer outra forma de alerta ou reivindicação contra as alterações climáticas. Muitos dos participantes e respetivas decisões, estão revestidas de uma grande dose de hipocrisia… Essas decisões, embora a maioria afirme concordar, não tenciona pô-las em prática. A única forma de contribuir e diminuir os poluentes, já não digo parar, é parte da solução e está nas nossas mãos. Se cada um fizer a sua parte, já está a contribuir…

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

MAIS UMA FOLHA

 Sábado 03/12/2021 – Desisto…Já tentei, a frio e a quente, dissolver no leite o chocolate necessário para tomar o comprimido matinal. Depois de usar duas colheres para ajudar a dissolução, acabei por ir ao café e tomar meia de leite que, por sinal, estava a fumegar… Há dias em que tudo corre mal. 
Na lata do chocolate estava escrito que possuía 15% grátis… Lembrei-me então daquela máxima muito utilizada lá em casa “ninguém dá nada a ninguém” atualmente isso leva-me a suspeitar, sempre que vejo escrito em qualquer embalagem a percentagem “grátis” de qualquer produto… para mim significa dar com uma mão e tirar com a outra.
Depois de almoço, na casa da praia, esperava-nos outro problema. O aquecimento central, nalguns radiadores, não funcionava nem com a preciosa ajuda do vizinho da casa mais acima… Não há dúvida de que há dias em que tudo corre mal…
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