Por definição, o termo
“sogra” usa-se quando se refere à mãe do cônjuge ou companheiro de qualquer
descendente.
Quando se fala em
sogra, tudo se pode esperar desde as piadas mais ou menos engraçadas aos ditos
mais pejorativos. No entanto há sogras para todos os gostos, de todas as cores
e com diferentes feitios.
Existe a ideia, como
diz o ditado, “uma vez sogra, sogra para sempre” o que não é de todo verdade. Vejamos,
se o casamento acabou por morte de um dos cônjuges a afinidade entre os
familiares mantém-se. Já o mesmo não acontece quando o casamento termina em
divórcio. Nesse caso, também terminam todos os laços estabelecidos por afinidade.
É este o contexto legal que ainda vigora no nosso país. Neste caso é licito falar-se
na “minha ex-sogra”.
Conclusão, uma sogra
não serve de modelo para todas as sogras. É necessário acabar com esse mito bastante
divulgado de que a sogra é a má da fita entre familiares. Nem sempre é assim,
pelo menos não é forçoso que assim seja uma vez que é o mesmo o ser amado.
É verdade que na ausência
do sogro, geralmente os homens morrem primeiro, fica-se a conhecer melhor o
papel da sogra em diferentes contextos. Existe a tentação de extrapolar para outras
situações o que se deve evitar.
Sogra é mesmo assim,
pode ser boa ou má, tudo se pode esperar e aceitar.
Pensando e repensando sobre
o assunto apercebi-me pela primeira vez que também já sou sogro… Afinal é esse o
destino de (quase) toda a gente!
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