De acordo com uma velha lenda Sioux relativamente aos apaixonados, “Se
estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão a rastejar como
também, cedo ou tarde, começarão a magoar-se mutuamente.” Com a sua velha
sabedoria, para que o amor perdure, estes índios aconselham que se voe juntos,
mas nunca amarrados. Conceda-se a liberdade a quem se ama para que eles possam
voar com as próprias asas.
Muito se tem escrito e falado sobre a importância da liberdade do ser
humano ao nível social entenda-se liberdade num sentido mais restrito. A
liberdade de cada um, embora custe admitir, começa em nós próprios e só depois
poderá vir do ambiente familiar e reflectir-se no ambiente social como se tem
verificado. A liberdade é de tal forma importante que a maior punição que se
pode atribuir a qualquer indivíduo, é privá-lo da sua liberdade.
Actualmente, vivem-se momentos de incerteza quer a nível climático,
económico e social sendo frequente confundir-se a liberdade de quem mais se ama
impedindo-os de levar a vida que desejam. É óbvio que não se quer o mal de quem
se ama, atitude que só se compreende com a finalidade de os proteger. É
inegável que a toda a hora se condescende em relação à liberdade dos nossos filhos
mas, no que se refere ao companheiro(a), o caso muda de figura…
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