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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

O ESTRANHO DOM DE ADIVINHAR


Poupar seja que energia for é um ato louvável por parte de toda a gente. A iniciativa cabe a cada um de nós e é a forma de deixar um planeta mais sustentável aos nossos filhos e netos. Essa poupança começa nas próprias casas onde os diferentes aparelhos domésticos consomem energia eléctrica. Pode dizer-se que tudo à nossa volta consome energia e economizar tanto por motivos económicos como ambientais torna-se cada vez mais urgente.
Até aqui creio que estamos todos de acordo, é preciso poupar energia.
Agora que viajo mais como pendura do que condutor, dá-me para reparar nos “piscas”, ou melhor, na ausência desses preciosos auxiliares de mudança de direcção. Estudos comprovam e disso sou testemunha (embora silenciosa) que quase metade dos condutores não faz “pisca” quando muda de direcção
Lamentavelmente ainda não consegui adquiri o dom da adivinhação pelo que tenho que prever quando algum condutor muda de direcção embora continue a fazer um grande esforço nesse sentido…
O uso dos “piscas”, como vulgarmente são apelidados os indicadores de mudança de direção, além de ser um ato de cortesia e direi mesmo de respeito pelos outros condutores é também outra forma de economia. Economiza-se nas multas de trânsito, na conta da oficina quando há chapa batida e outras ocasiões com origem na ausência dos tais “piscas”.
Quero crer que, além da distracção de muitos condutores, existem outros que defendem a não utilização dos piscas como uma forma de economia do sistema eléctrico do veículo. Nada mais errado, comparado com o custo inicial do veículo, os “piscas” não representam um acréscimo significativo do consumo.
Por favor, usem os “piscas” enquanto estou continuo a praticar a difícil arte da adivinhação…
Segundo o Código da Estrada, a falta de sinalização quando o condutor pretender reduzir a velocidade, parar, estacionar, mudar de direção ou de via de trânsito é uma infração que pode levar ao pagamento de uma coima até 300 euros”.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

JÁ LÁ VAI FEVEREIRO


Mais um dia e lá se vai Fevereiro, um mês menor em termos de dias mas igual em vencimentos e por consequência dias de trabalho. Por tudo isso, deixá-lo ir. Acrescente-se que 2019 não é um ano bissexto senão teríamos mais um dia… de trabalho.
Os dias e as noites sucedem-se inexoravelmente a um ritmo relacionado com o tempo necessário (365 dias ou 5 horas, 48 minutos, e 48 segundos) para que a Terra complete uma volta completa em torno do sol. Como esse “tempo” não batia certo, foi necessário realizar de quatro em quatro anos um pequeno acerto acrescentando-se mais um aos 28 dias atribuídos a Fevereiro… A culpa destas mexidas, se é que alguém tem culpa, é da Lua, do sol ou de quem quer que seja.
O calendário gregoriano, que ainda hoje nos rege, sofreu bastantes alterações (e confusões) até chegar aos 28 ou 29 dias atuais de Fevereiro.
Os anos passam (demasiado) depressa enquanto que o tempo que necessário para concretizar aqueles momentos tão ansiados…!
Com efeito, poucas coisas são mais relativas do que o tempo.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA


O elevado número de vítimas de violência doméstica com tendência a aumentar, pode atribuir-se às mais variadas causas. A violência, seja ela qual for, não escolhe extractos sociais, idade, orientação sexual, religião ou companheirismo. Todos podem ser vítimas de algum tipo de violência que engloba diversos comportamentos tais como o emocional, social ou o que é mais comum, o físico. Do mesmo modo, na base deste tipo de comportamentos, podem estar diversas e variadas causas como o uso e abuso de bebidas alcoólicas, o desemprego com as respectivas consequências, os ciúmes e sobretudo vergonha. O homem, a quem se atribui o maior protagonismo, foi educado para (co)mandar o que o faz rejeitar outra forma de agir quando impedido de actuar.
Na base de qualquer comportamento violento, na minha opinião, está sempre a falta de apoio familiar. Com efeito, é na família que se forma toda a estrutura do indivíduo, a contribuição da escola já vai tarde para a formação do indivíduo como pessoa.
Não se trata de mais um problema social ou jurídico, por isso não se resolve com a detenção do indivíduo violento. Dependendo da gravidade, a violência doméstica e não só, origina diversos problemas
Geralmente, a violência doméstica manifesta-se quando qualquer relacionamento acaba e não é aceite por uma das partes. Não é fácil aceitar o fim de qualquer relacionamento mas, quando o indivíduo possui uma forte formação moral, consegue superá-la com mais ou menos dor….
É aqui que, muitas vezes, entra a vergonha de ser “deixado”, de aceitar que o relacionamento, seja ele qual for, chegou ao fim.
Além das causas do foro psicológico, qualquer relacionamento acaba sempre devido à incompatibilidade de interesses de ambas as partes.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

DEMITIR ESTÁ NA MODA


Tudo acontece de acordo com a moda e, como tudo que é efémero, o que agora a sociedade considera normal, amanhã pode não ser.
A demissão ou desligamento, como lhe queiram chamar, faz parte da actual democracia caracterizada pela corrupção o que não surpreende quando os juízes decidem de bíblia na mão… É verdade que, como qualquer outro profissional que se contrata, devia permanecer no cargo (remunerado) até ser demitido o que pode acontecer a qualquer um e a todo o momento. A coisa torna-se grave quando estão em jogo grandes somas com a agravante de serem dinheiros públicos. Está-se mesmo a ver quem vai pagar esses desmandos económicos…
Por falta de “provas” eles (sempre os mesmos) continuam por aí ou quando muito, são demitidos do cargo que ocupam. O facto é que nada lhes acontece a não ser a famigerada demissão em vez de serem obrigados a repor parte do que desviaram do erário público.
Está na moda pedir a demissão de políticos, banqueiros, autarcas,… por tudo e por nada sem que lhe seja exigida a reposição monetária do valor desviado!
Substituir um indivíduo por outro (igual ou pior) não resolve nada mas, como está na moda, há que exigir-se a respectiva demissão.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

CHOVEM CONVITES


É comum definir-se como deficiência a ausência de qualquer estrutura psíquica ou fisiológica. De acordo com esta definição, torna-se difícil classificar aqueles que o são daqueles que não são deficientes. Aliás, um grande número de pessoas apresenta alguma deficiência (auditiva, visual, física e, nos casos mais graves, intelectual) sem o saber… Convém dizer que muitos dos deficientes físicos parecem uma pessoa normal, evidenciando a mesma personalidade, a mesma forma de pensar e de agir que já existia antes da respectiva lesão. O que os faz diferentes é a forma de locomoção, de segurar um copo, caneca ou uma simples esferográfica… Estes pequenos (grandes) gestos fazem toda a diferença. Perante esta dificuldade, em Esparta eram mais radicais lançando qualquer criança portadora de deficiência do alto do monte Taigeto. De acordo com esta realidade, permita-se o desabafo: ainda bem que não nasci em Esparta…!
Então qual o grupo a que pertence aqueles que nasceram saudáveis daqueles que adquiram mais tarde alguma anomalia…?
Não é expectável que um indivíduo “normal” conviva alegremente com o portador de alguma deficiência. A sociedade actual, apesar de parecer receptiva, não está preparada para uma integração efectiva destes indivíduos. Basta olhar à volta para entender que na prática isso não se verifica.
Perante esta sociedade, o portador de deficiência é como se não existisse, deixando o parceiro de vida numa espécie de viuvez parcial. Contudo, ficar sozinho em casa enquanto outros se divertem pode não ser a melhor opção. Sair com mais frequência, permitir que se recebam convites para qualquer evento é menos frustrante do que permanecer em casa enquanto os convites “chovem” de todo o lado para quem é normal… É triste verificar que os convites que (nunca foram muitos) começam a escassear, o que é normal atendendo à sociedade em que se vive.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

ANIVERSÁRIOS


Celebra-se hoje mais uma vez um aniversário…  O tempo passa, como já disse, são já tantos os anos em que se festejou esta data…!
Mas nem tudo é negativo em fazer anos. Com o passar dos tempo fica-se mais forte, acumulam-se conhecimentos incalculáveis, riqueza(?), felicidade e, na melhor das hipóteses, algumas pessoas ficam apenas… mais velhas.
Perante esta realidade insofismável que é mais um aniversário, falta desejar de todo o coração um Feliz Aniversário!
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