É
inquestionável e disso temos exemplo, que as redes sociais são hoje uma arma
eficaz e muito utilizada para lutar contra toda a sorte de injustiças sociais a
par de serem também um meio privilegiado para nos darmos a conhecer através dos
nossos pensamentos, vitórias e fracassos. Daí até serem confundidas com um mero
confessionário vai uma grande distância e não será essa a melhor opção para
desabafar os nossos problemas pessoais. Para lá do por demais divulgado alerta
contra os perigos de uma exposição excessiva pessoal e de familiares, não é aconselhável
usar as redes sociais indiscriminadamente tanto para desabafar como para
atacar. Muitas vezes, as ditas indirectas acabam por atingir quem nada tem a
ver com a raiva ou frustração de quem escreve…
Nem tudo nos é permitido divulgar publicamente através
das redes sociais facultando assim o livre acesso a toda a gente. Não me parece boa
ideia expressar opiniões radicais sobre religião, política e futebol. É
que as redes sociais estão povoadas por fundamentalistas que não sabem
argumentar ou mesmo interpretar. Por isso, reagem invariavelmente através da
agressão verbal e escrita por considerarem a sua “verdade” como sendo a única válida
e inquestionável…Etiquetas
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sábado, 24 de outubro de 2015
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
BODAS DE CARVALHO
E já
lá vão 38 anos, ou seja, bodas de carvalho (dizem os entendidos) Ver.
Às vezes, o “material”
indicado para a celebração das bodas dá uma ajudinha na escolha do presente mas
neste caso, bodas de carvalho… valha-nos Deus!
Mas o
que interessa é comemorar. Vamos a isso. Sugestões?
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
A TRISTEZA QUE HÁ EM NÓS
Existe
uma tristeza que há em nós, que vem de não sei onde e não se deve a coisa nenhuma.
É uma tristeza inata que poderíamos dizer que vem de tempos ancestrais e como
tal, transcende a compreensão humana.
Há
quem defenda tratar-se da tristeza própria dos poetas, almas errantes
neste mundo à procura de um passado longínquo do qual sentem
saudades… talvez. Talvez seja essa a inspiração que os leva a criar poesia, a pensar
e sentir de maneira diferente dos demais seres humanos.
Quem
nunca sentiu ou foi acometido por essa estranha sensação que mansamente, sem
darmos por isso, nos envolve como um nevoeiro que tudo tolda e torna indecifrável?
No
fundo, todos temos almas de poetas…!?
terça-feira, 20 de outubro de 2015
WHAT DO YOU WANT FROM ME
What
do you want?
What
do you want from me?
Should I sing until I can't sing
anymore?
Play these strings until my
fingers are raw?
You're so hard to please
What do you want from me?
Não raras vezes me lembro desta canção dos Pink Floyd não só
por ser uma das minhas preferidas mas principalmente pela reacção que
determinados comportamentos provocam em quem me rodeia. É verdade que nem
sempre compreendemos o que os outros esperam de nós. Então agimos como temos de
agir, conforme nos dita a nossa própria natureza o que causa alguma estranheza
em quem nos conhece.
Agir de acordo com o que se espera de nós é algo inato ao ser
humano e manifesta-se logo em criança. Nos primeiros anos de vida a criança
inicia uma série de gracinhas de acordo com aquilo que os adultos esperam e
acham graça. Mais tarde, na fase escolar, cumprem (quando cumprem) as tarefas
escolares tendo em vista agradar aos pais e/ou professores. E a coisa continua
na tentativa de agradar a patrões, familiares e amigos, de acordo com o que se
espera de nós.
Com o desejo de agradar e de tentar ser como os outros
querem, vamos adiando o direito à felicidade de sermos como somos. Ninguém pode
ser plenamente feliz aparentando ser o que não é, se bem que ninguém seja completamente o que
queria ser…
Agir de acordo com o que
se espera de nós não é seguramente a melhor opção, por isso, seja quem verdadeiramente
é, e não o que os outros querem que seja.
domingo, 18 de outubro de 2015
ÀS VEZES OS FILHOS CRESCEM
Como dizia Oscar Wilde,
os filhos começam por amar os pais e
quando crescem eles julgam os pais e,
às vezes, eles perdoam-lhe. Isto vem a propósito do quão difícil é criar um
filho. É que às vezes, os filhos crescem e só damos conta quando já não precisam que os vamos buscar à porta da discoteca ou quando deixam de
frequentar o ballet, o inglês, a natação e o judo… Viajar com os pais torna-se
uma seca porque isso implica deixar o grupo das amizades ou os primeiros namoros…
De repente, deixaram de
viajar no banco de trás e passam a ocupar o lugar do condutor. É mais um
sinal de independência e com ele, o começo de muitos dos conflitos familiares.
Tornamo-nos de tal modo intolerantes que não damos azo ao diálogo tão necessário
ao crescimento de ambas as partes. É que apesar dos filhos crescerem, sem pedir
licença, há toda a vantagem em crescer com eles o que, diga-se de passagem, não é
nada fácil!
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
SE O VENTO SOPRAR MAIS FORTE
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