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sábado, 13 de junho de 2015

SERÁ QUE NINGUÉM SE LEMBROU?!

Poucos foram os que se lembraram ou assinalaram a data… Eu próprio quase me ia esquecendo. Em abono da verdade devo dizer que só agora me lembrei.
Mas ainda vai a tempo, não vai?
Espero que a resposta seja afirmativa ou melhor, por favor não responda.
Prefiro assim.
Desde já as minhas desculpas por quase me ter esquecido do seu aniversário. É que o facebook não avisou… Talvez por não ter aceitado o meu pedido de amizade, quem sabe?
Pois é, o tempo passa tão depressa que nem nos damos conta que um ano já passou! Os anos vão passando quase sem darmos por isso… Tendo nascido a 13 de Junho de 1888, faz hoje, se não me engano, 126 anos. Verdade?
Bonita idade…! E sempre jovem e actual…
Parabéns Fernando Pessoa! Creia-me sinceramente seu amigo.
Tenha um bom dia onde quer que se encontre.
Até sempre.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

EM BUSCA DA IMORTALIDADE

Desde de tempos imemoriais que o homem se tem preocupado com a sua imortalidade física. Este anseio não esmoreceu ao longo dos tempos estando actualmente em curso diversas investigações científicas com o objectivo de descobrir uma forma de evitar o envelhecimento das células do nosso corpo e assim conseguir senão a imortalidade, a longevidade.
Enquanto a humanidade se empenha na procura da imortalidade (leia-se, física) há os que a conseguem alcançar através de obras literárias, artísticas ou do seu próprio exemplo de vida… Deste modo, as pessoas pensam viver para sempre na memória de quem as admira através das suas obras. Daí que nunca se escreveram tantos livros, se “abram” tantos blogues, se publiquem tantos textos e fotos nas redes sociais… O certo é que alguns conseguem…
Podia ter tentado a minha imortalidade através da escrita de livros, do meu blogue, dos textos que púbico no facebook mas acabei por consegui-la, estou certo, através da cumplicidade que existe entre mim e o meu neto. Sei que serei lembrado e imortalizado através da recordação dos tempos que passámos juntos. Sinto-o na preferência que ele manifesta pela minha companhia num passeio, à mesa do restaurante, na estadia em nossa casa,…

quinta-feira, 11 de junho de 2015

A VIDA DEPOIS DE UMA VIDA

Para qualquer pessoa minimamente empedernida pelas circunstâncias de vida, falta de sensibilidade ou egoísmo inato, é deprimente visitar um lar de idosos. É vê-los ali sentados em cadeirões dispostos em filas virados para um ecrã de televisão que ninguém vê nem ninguém ouve talvez por incapacidade física ou falta de interesse. Pelo menos, é esta a imagem que me fica sempre que vou visitar o meu sogro internado num desses “lares”.
Esta quarta-feira festejámos o 92.º aniversário da minha sogra que por enquanto se tem mantido em casa por falta de vaga no lar onde se encontra o marido, situação que se vai alterar na próxima segunda-feira com o seu ingresso.
Faz pena ver a “vida” que ali os espera depois de uma vida activa que já foi a deles.
É isto que (nos) acontece quando fragilizados pela falta de saúde se fica dependente da ajuda de terceiros, quando os familiares não têm possibilidades físicas e económicas para acolher os seus idosos.
Devido à enorme dificuldade de locomoção e à distância que nos separa, o lar de idosos foi a solução de último recurso, depois um período de permanência na própria casa, apoiados por uma empregada.
Não deve ser fácil para um idoso o internamento em qualquer lar de idosos por melhor que seja, pois que isso pressupõe a perda de autonomia e a ruptura com os hábitos de vida anteriores já para não falar no abandono da casa que os acolheu (em muitos casos) durante uma vida. E toda esta perda em troca de quê? De uma “vida” sem presente nem futuro depois de uma vida plena de família e amigos…
 De visita ao meu sogro, pela observação da forma como alguns funcionários lidam com os idosos o que denota falta de perfil para as funções que desempenham, pela sua ausência na sala durante a visita, a ideia que fica é de que, devido às exigências inerentes ao trato de pessoas de idade, muitos dos funcionários não gostarão do trabalho que fazem, ou seja, obrigam-se a “cuidar” daqueles seres apenas por necessidade e para terem um salário no fim de cada mês.

É triste e difícil envelhecer com dignidade em Portugal.

terça-feira, 9 de junho de 2015

SOLTEM O LADRÃO!

Nos últimos tempos tem sido noticiado o julgamento de alguns dos suspeitos de corrupção que acabam geralmente ilibados dos crimes que lhe eram imputados. Estou a lembrar-me do caso de João Rendeiro. Outros, ainda nem chegaram ainda a julgamento apesar das inúmeras provas de que a justiça já dispõe… A este propósito, recordo o caso de Ricardo Salgado e do tal de Marquês.
É assim a realidade, pelo menos por cá, a justiça é lenta…
Não me assumo como católico praticante e nem por isso muito convicto principalmente no que se refere à interpretação dos textos bíblicos. Por isso, não paro de me surpreender com a analogia que faço entre o julgamento de Jesus e esses outros julgamentos.
Presumindo que haverá muita gente que desconhece ou anda esquecida dos textos bíblicos, recordo que Jesus foi conduzido à presença de Pilatos e acusado de enganar o povo, de ser malfeitor e revolucionário.  Pilatos interrogou Jesus e enviou-o a Herodes que o questionou sobre as acusações de que era alvo, mas como não obtivesse qualquer resposta, Herodes mandou-o de novo a Pilatos. Era costume, durante as festividades da Páscoa, libertar um prisioneiro à escolha do povo. Então, Pilatos, dirigindo-se ao povo, perguntou:
Quereis que liberte Jesus ou Barrabás?
Barrabás era um ladrão e malfeitor acusado de vários crimes.
O povo gritou em uníssono:
Libertem o ladrão!
Dá que pensar…

segunda-feira, 8 de junho de 2015

E VOCÊ É UM EMPATA?

Ser um empata, na gíria vulgar, não é nada abonatório para o visado pois significa que se trata de um sujeito que só atrapalha, quer seja na realização de um negócio, de uma tarefa, de um namoro,… enfim, um verdadeiro estorvo.
Porém, num outro sentido, refere-se a uma pessoa sensitiva, isto é, que tem a capacidade de “saber” coisas que nunca lhe foram ditas (não tem nada a ver com intuição) e de sentir a energia de outras pessoas que o afetam de alguma forma. Por isso, para um empata é extremamente penoso frequentar locais públicos tais como shoppings, supermercados, ou qualquer outro local onde se encontre um elevado número de pessoas porque pode absorver as energias (boas ou más) vindas dessas pessoas ou ser sugado da sua própria energia pelos “vampiros” da energia…
Por isso, um empata tem momentos em que precisa de ficar a sós e em silêncio para conseguir carregar baterias.
Além do poder de captar energias, o empata consegue também sentir as emoções dos outros e vivê-las como suas sendo-lhe doloroso assistir a cenas de violência ou tragédias no cinema, na TV e muito menos na vida real.
Os empatas são espíritos livres, por isso gostam de aventura, liberdade e viagens. Abominam a desordem pois que ela pode bloquear o fluxo de energia e jamais compram antiguidades ou coisas em segunda mão porque carregam a energia do antigo proprietário.
São propensos a mudanças de humor e quando captam demasiada energia negativa ficam calados e manifestam um comportamento anti social. Detestam fingir que são felizes quando estão tristes porque isso vai aumentar ainda mais a carga negativa.
Depois do que acabou de ler, considera-se um empata?

domingo, 7 de junho de 2015

IMAGEM DE MARCA

Chamava-se Isidoro.
Podia chamar-se Manuel, João, José, Miguel, Francisco…
ou qualquer outro nome que tivesse dado na telha à madrinha.
Mas acabou por se chamar Isidoro por ser um nome de marca,
a mesma que era preferida lá por casa.
Os nomes são assim uma espécie de imagem de marca da nossa identidade.
Se a pessoa não faz o nome,
o nome acaba por fazer a pessoa…
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