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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

FELIZ ANO NOVO

QUE 2015 SEJA UM ANO PLENO DE FELICIDADE É O QUE DESEJO A TODOS OS QUE ME ACOMPANHARAM AO LONGO DESTE ANO QUE AGORA FINDA

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

GENTE PRECONCEITUOSA

Não me surpreendeu absolutamente nada o artigo que li sobre um estudo feito pela Universidade de Ontário, no Canadá e que, segundo esse mesmo estudo, (publicado na revista Psychological Science), as pessoas menos inteligentes são mais conservadoras, preconceituosas e racistas. Eu tinha formado essa opinião através da observação do comportamento de alguns adeptos de clubes de futebol, das guerras motivadas por diferenças religiosas, já para não falar dos preconceitos sexuais, sociais e até contra a velhice… Por falta de provas, a minha opinião era frequentemente rebatida quando me atrevia a expressá-la até que aprendi a ficar calado e a corroborar para mim próprio esta teoria.
Na verdade, é de certo modo “natural” que pessoas menos inteligentes adoptem ideologias socialmente conservadoras devidas à aversão que o ser humano tem à mudança, atitude essa que é geradora do preconceito.
Convém não esquecer que, apesar da conclusão a que se chegou através deste estudo, nem todos os não preconceituosos são inteligentes assim como nem todos os preconceituosos são pessoas de pouca inteligência. Como em todas as regras, também nesta há excepções…

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

A MODA DA BARBA

Ficar por casa nestes dias de festa dedicados à família, deu-me para assistir ao programa da RTP1 “Agora Nós”. Reparei que também o apresentador acabou por aderir à moda da barba. Se esta moda favorece alguns rostos dando-lhe até um ar sexy, outros há a quem confere um aspecto de troglodita e só perdem em sentido estético. No caso do apresentador José Pedro Vasconcelos, com aquele ar limpinho de menino da mamá, a barba confere-lhe um ar descuidado que de forma alguma se coaduna com o aspecto geral. É a minha opinião e por isso vale o que vale. Opiniões à parte, ao aderir a esta moda, José Pedro já vai tarde assim como todos os que acabaram por aderir. Como toda a gente sabe, a moda é cíclica, o que hoje está na moda em pouco tempo deixa de estar. Eu próprio já usei barba na década de 70 e algum tempo depois, passou a ser careta o uso de barba e acabei por cortá-la. É o que de facto começa já observar-se. Como quase sempre acontece, quando uma moda se generaliza demasiado, há a tendência para passar de moda. Existe mesmo um estudo publicado na revista científica Biology Letters (Ler aquifeito por pesquisadores da Universidade de South Wales, no sudeste da Austrália que atesta que “dada a imensa quantidade de "barbados", os homens de "cara limpa" tendem a obter uma vantagem competitiva e, portanto, sobressair e se tornarem, mais uma vez, dominantes”.

Ora, devido à enorme profusão de barbados, penso que esta moda, cíclica como todas as modas, já atingiu o seu auge. Viva a moda dos homens de “cara limpa”…!

domingo, 28 de dezembro de 2014

A PRIMEIRA VEZ É A QUE DÓI MAIS

É bem verdade que há sempre uma primeira vez para tudo (grande cliché!) e, segundo consta, é sempre a que dói mais… Não, não se assustem que não vou levar a conversa para a cueca ou trocar o “c” pelo “q”… Vem isto a propósito da sensação algo desagradável que tive quando fui avô pela primeira vez. Confesso que não foi uma sensação muito agradável sentir que com 61 anos “já” era avô, o que é considerado sinónimo de velho… Quando somos novos é assim que pensámos. Lembro-me de achar que os meus pais eram já muito velhos, com a mesma idade que tinha quando fui avô pela primeira vez… Pensar que hoje tenho a mesma idade que os meus pais tinham quando eu os achava muito velhos!
Há cerca de 5 meses e alguns dias, fui de novo promovido a avô desta vez de uma Ritinha e admito que já não custou nada… pelo contrário, canso toda a gente que conheço ao contar repetidamente as suas gracinhas.
Não há dúvida, o que dói mais é a primeira vez…

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

FELIZMENTE O NATAL JÁ PASSOU...

Nunca fui muito “tocado” pelo espírito de Natal e, que me lembre, mesmo quando era criança… Não faço ideia se por ser pouco presente em nossa casa, se por ter como ponto alto da noite uma chatérrima “missa do galo”, se devido aos presentes se resumirem invariavelmente a um par de peúgas, um cachecol, umas luvas e, em alguns anos uma camisola. É certo que havia uma tristíssima árvore de Natal em cima do aparador da sala onde raramente jantávamos mas não era o suficiente para chamar o dito espírito de Natal … Isto até aos meus 10 anos. Mais tarde, as coisas melhoraram em todos os sentidos mas há muito o espírito de Natal estava morto em mim. Com o nascimento dos meus filhos ressuscitou também o espírito de Natal. Esta quadra passou a ser vivida de uma forma mais intensa com o culminar da distribuição dos presentes às crianças e forçosamente também aos adultos mais chegados.
Este ano, com a presença dos netos, revivi o gosto do Natal de outros tempos em que os filhos eram ainda crianças e acreditavam no Pai Natal.
O que eu não gosto no Natal é esse malfadado hábito de fazer compras e da vertente de ter de as oferecer e retribuir a familiares e amigos, porque sim. Detesto esse hábito consumista que faz as pessoas correrem a entupir lojas ruas e estradas na ânsia de adquirir mais um presentinho para oferecer sabe-se lá a quem… Como é sabido através de “pensamentos” que aqui publicados, também gosto de dar presentes, mas de preferência sem a imposição de datas, com algo que sabemos que as pessoas desejam ou não mas que pensamos que vão gostar…

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A MESA DE NATAL

Este ano a mesa de Natal foi em prata. Para ser diferente, a toalha com motivos natalícios ficou na gaveta. Escolhi uma toalha com motivos em tom de prata a condizer com os marcadores e o fio prateado das louças. Requintei e inovei um pouco na decoração da mesa de Natal… À mesa, apenas seis pessoas (eu, minha mulher, os dois filhos, o Miguel e o genro), a Rita ficou no carrinho. A ementa constou de dois pratos, o tradicional bacalhau cozido com batatas com legumes e o arroz de polvo. O peru este ano fez greve… Como sobremesa, rabanadas, sonhos, leite-creme (feito na Bimby da filhota), pão de ló, bolo rei e frutos secos. Para mim bastava uma rabanada e o bolo-rei que é o que gosto e habitualmente como no Natal.
E pronto, foi assim o Natal cá em casa. Apesar de este ano estar mais presente o espírito de Natal, mesmo assim, sentem-se sempre as ausências dos que já foram e dos que ainda estão por cá. A noite acaba sempre por ser um pouco triste ao relembrar outros natais mais distantes…

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