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terça-feira, 12 de agosto de 2014
NUNCA DEIXES QUE TE VEJAM CHORAR...
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
NUNCA SE CONHECE REALMENTE UMA PESSOA!
Por mais que a gente pense conhecer, a verdade
é que nunca se conhece verdadeiramente uma pessoa. Há sempre um dia, um simples momento,
em que alguém que pensávamos conhecer nos surpreende quer pela positiva, quer
pela negativa. Geralmente a surpresa é maior (e a dor também) quando a surpresa
é pela negativa…
Mesmo convivendo na mesma casa, comendo na
mesma mesa e dormindo na mesma cama nunca se conhece suficientemente bem outra
pessoa… Jamais poderíamos dizer ou prever o que ela é ou deixa de ser e ainda menos
do que é capaz… A esse respeito, recordo uma frase que li no célebre "Diário de
Anne Frank" e que o tempo me ensinou a valorizar:
“Só se conhece realmente uma pessoa depois de
uma discussão. Só nessa altura se pode avaliar o seu verdadeiro carácter.”
O tempo é realmente um grande mestre
e um poderoso remédio…
Com ele aprendi que não há ferida
que o tempo não cure. Fica sempre a cicatriz que não nos deixa esquecer... mas ao
menos não dói!
Com o tempo:
“Aprendi que amores eternos podem acabar numa noite.
Que grandes amigos podem tornar-se grandes inimigos.
Que o amor sozinho não tem a força que imaginei.
Que ouvir os outros é o melhor remédio e o pior veneno,
Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal, gastamos uma vida inteira para nos conhecermos a nós mesmos.
Que grandes amigos podem tornar-se grandes inimigos.
Que o amor sozinho não tem a força que imaginei.
Que ouvir os outros é o melhor remédio e o pior veneno,
Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal, gastamos uma vida inteira para nos conhecermos a nós mesmos.
Que os poucos amigos que te apoiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que te empurram.
Que o "nunca mais" nunca se cumpre, que o "para sempre" sempre acaba. Que a minha família, apesar das suas mil diferenças, está sempre aqui quando eu preciso.
Que ainda não inventaram nada melhor do que o colo de Mãe desde que o mundo é mundo.
Que sempre me vou surpreender, seja com os outros ou comigo.
Que vou cair e levantar milhões de vezes, e ainda não vou ter aprendido TUDO."
William Shakespeare.
domingo, 10 de agosto de 2014
HÁ DIAS INÚTEIS
Há
dias completamente inúteis que, pela sua inutilidade, nem deviam existir. Mas
existem. E não me refiro ao sábado, domingo ou feriados que, em oposição aos chamados
dias úteis deveriam ser considerados dias inúteis. No entanto, são precisamente
os dias inúteis os mais desejados pela humanidade…
Dias
verdadeiramente inúteis são aqueles em que nada acontece, nada se realiza a não
ser a rotina pessoal,… São dias em que até o pensamento parece ter parado em
algo que já tínhamos parado de pensar… São dias que, se fossem suprimidos, não alterariam
de forma alguma o curso normal da nossa existência… É como se realmente nunca
tivessem existido. Relativamente à sua inutilidade, cabe-nos a inteira
responsabilidade de nada fazermos para os converter em dias úteis mesmo tratando-se
de sábado, domingo ou feriado.
Há de facto dias completamente inúteis, em que nada acontece ou o que acontece, não devia acontecer…
Há de facto dias completamente inúteis, em que nada acontece ou o que acontece, não devia acontecer…
Há
dias assim.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
PASSAMOS A VIDA À ESPERA...
Não é exagero dizer
que passamos a vida à espera… Começámos por esperar 9 meses para nascer.
Logo depois, esperámos o primeiro brinquedo, esperámos crescer para fazermos o
que nos der na vontade, esperámos acabar o curso para trabalhar e ser
independente. Esperámos encontrar o primeiro emprego, o fim do dia de trabalho,
que cheguem as férias, que faça bom tempo, … Esperámos encontrar o grande amor
da nossa vida, a primeira casa, o primeiro filho, o carro há muito sonhado, …
Enfim, quase podemos
dizer que a vida se resume a uma longa espera. Parafraseando Samuel Beckett,
passamos a vida à espera de Godot mesmo que não saibamos quem é afinal esse personagem-mistério
(creio que nem mesmo o autor sabia de quem se tratava embora sempre se tenha
recusado a identifica-lo com Deus…). Na peça, os dois e únicos personagens aguardam
alguém que não chega, ou seja, Godot, levando-nos a concluir que o que
interessa não é aquilo que esperamos mas o que acontece durante a espera…
Talvez seja essa a
nossa lição de vida. Não ficar tão angustiados à espera seja do que for mas “viver” o que acontece na nossa vida enquanto esperamos,
enquanto não chega o dia em que deixamos de esperar…
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
ÀS VEZES GOSTAVA DE SER BURRO...
Todos os dias assisto
nos noticiários da TV a declarações de presidentes dos partidos e dirigentes
sindicais cada um puxando a brasa à sua sardinha… isto é, manipulando a opinião
pública. Uns afirmando que tudo caminha sobre rodas, outros deitando a baixo o
que foi dito mas todos zelando pelos seus interesses pessoais… E o povo
acredita! Como é possível que o nosso povo acredite nestes senhores, nestas
figuras grotescas e não me refiro às ideologias mas literalmente à figura, aos
gestos, trejeitos, à imagem ridícula de muitos deles… Irrita-me só de olhar
para eles porque há muito deixei de os “ouvir”… Porque será que nenhum deles me
consegue convencer da honestidade das suas declarações? Sinceramente, às vezes
gostava de ser burro… mas tão burro, tão burro, que não
conseguisse entender as intenções por trás das palavras e nem conseguir ler nas
entrelinhas… nem entender estas estranhas trapalhadas dos bancos (BPN, BES e
outros que tais…), …
Mas Deus fez-me assim, clarividente,
intuitivo e só um pouquinho burro, q.b. para acreditar nas boas intenções de
quem não as tem… Por isso, às vezes gostava de ser BURRO… mas só às vezes
(graças a Deus!), o suficiente para viver feliz e contente no meu pequeno
mundo…
Ao contrário do que sempre acreditei, ser
burro deve ser uma felicidade… Quem é burro não pensa, não se apercebe das agressões,
mentiras, desconsiderações e manipulações de que é alvo… Vive feliz e
convencido que não há maior felicidade que a sua…
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
UM NÚMERO INTERESSANTE
O Blog
alcançou precisamente hoje, às 21h20, 44 444 visualizações. Nada demais comparado
com o número de visualizações de alguns dos blog’s que sigo. O que tem de
diferente é o significado que este número (o número quatro) tem para mim. Além
de ser o número do dia em que nasci, está ligado a alguns eventos
significativos na minha vida.
Com
efeito, o número 4 está presente em diferentes aspectos do nosso Universo: ão
quatro os elementos fundamentais do Universo (Terra, Fogo, Água e Ar), são
quatro as fases da Lua, são em número de quatro os pontos cardeais, são também quatro
as estações do ano… Na Natureza, as plantas caracterizam-se na sua constituição por números
ímpares, quer no número de folhas, ramos, frutos ou raízes. As excepções são
raras tal como é o caso do trevo de quatro folhas considerado como um talismã
de sorte em muitas civilizações.
A Numerologia considera que cada algarismo é
dotado de uma vibração ou essência individual. A
vibração do quatro é garantir a estabilidade e segurança.
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