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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

NUNCA SE CONHECE REALMENTE UMA PESSOA!

Por mais que a gente pense conhecer, a verdade é que nunca se conhece verdadeiramente uma pessoa. Há sempre um dia, um simples momento, em que alguém que pensávamos conhecer nos surpreende quer pela positiva, quer pela negativa. Geralmente a surpresa é maior (e a dor também) quando a surpresa é pela negativa…
Mesmo convivendo na mesma casa, comendo na mesma mesa e dormindo na mesma cama nunca se conhece suficientemente bem outra pessoa… Jamais poderíamos dizer ou prever o que ela é ou deixa de ser e ainda menos do que é capaz… A esse respeito, recordo uma frase que li no célebre "Diário de Anne Frank" e que o tempo me ensinou a valorizar:
“Só se conhece realmente uma pessoa depois de uma discussão. Só nessa altura se pode avaliar o seu verdadeiro carácter.”
O tempo é realmente um grande mestre e um poderoso remédio…
Com ele aprendi que não há ferida que o tempo não cure. Fica sempre a cicatriz que não nos deixa esquecer... mas ao menos não dói!
Com o tempo:
“Aprendi que amores eternos podem acabar numa noite.
Que grandes amigos podem tornar-se grandes inimigos.
Que o amor sozinho não tem a força que imaginei.
Que ouvir os outros é o melhor remédio e o pior veneno,
Que a gente nunca conhece uma pessoa de verdade, afinal, gastamos uma vida inteira para nos conhecermos a nós mesmos.
Que os poucos amigos que te apoiam na queda, são muito mais fortes do que os muitos que te empurram.
Que o "nunca mais" nunca se cumpre, que o "para sempre" sempre acaba. Que a minha família, apesar das suas mil diferenças, está sempre aqui quando eu preciso.
Que ainda não inventaram nada melhor do que o colo de Mãe desde que o mundo é mundo.
Que sempre me vou surpreender, seja com os outros ou comigo.
Que vou cair e levantar milhões de vezes, e ainda não vou ter aprendido TUDO."
William Shakespeare.

domingo, 10 de agosto de 2014

HÁ DIAS INÚTEIS

Há dias completamente inúteis que, pela sua inutilidade, nem deviam existir. Mas existem. E não me refiro ao sábado, domingo ou feriados que, em oposição aos chamados dias úteis deveriam ser considerados dias inúteis. No entanto, são precisamente os dias inúteis os mais desejados pela humanidade…
Dias verdadeiramente inúteis são aqueles em que nada acontece, nada se realiza a não ser a rotina pessoal,… São dias em que até o pensamento parece ter parado em algo que já tínhamos parado de pensar… São dias que, se fossem suprimidos, não alterariam de forma alguma o curso normal da nossa existência… É como se realmente nunca tivessem existido. Relativamente à sua inutilidade, cabe-nos a inteira responsabilidade de nada fazermos para os converter em dias úteis mesmo tratando-se de sábado, domingo ou feriado.
Há de facto dias completamente inúteis, em que nada acontece ou o que acontece, não devia acontecer…
Há dias assim.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

PASSAMOS A VIDA À ESPERA...

Não é exagero dizer que passamos a vida à espera… Começámos por esperar 9 meses para nascer. Logo depois, esperámos o primeiro brinquedo, esperámos crescer para fazermos o que nos der na vontade, esperámos acabar o curso para trabalhar e ser independente. Esperámos encontrar o primeiro emprego, o fim do dia de trabalho, que cheguem as férias, que faça bom tempo, … Esperámos encontrar o grande amor da nossa vida, a primeira casa, o primeiro filho, o carro há muito sonhado, …
Enfim, quase podemos dizer que a vida se resume a uma longa espera. Parafraseando Samuel Beckett, passamos a vida à espera de Godot mesmo que não saibamos quem é afinal esse personagem-mistério (creio que nem mesmo o autor sabia de quem se tratava embora sempre se tenha recusado a identifica-lo com Deus…). Na peça, os dois e únicos personagens aguardam alguém que não chega, ou seja, Godot, levando-nos a concluir que o que interessa não é aquilo que esperamos mas o que acontece durante a espera…
Talvez seja essa a nossa lição de vida. Não ficar tão angustiados à espera seja do que for mas “viver” o que acontece na nossa vida enquanto esperamos, enquanto não chega o dia em que deixamos de esperar…

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

ÀS VEZES GOSTAVA DE SER BURRO...

Todos os dias assisto nos noticiários da TV a declarações de presidentes dos partidos e dirigentes sindicais cada um puxando a brasa à sua sardinha… isto é, manipulando a opinião pública. Uns afirmando que tudo caminha sobre rodas, outros deitando a baixo o que foi dito mas todos zelando pelos seus interesses pessoais… E o povo acredita! Como é possível que o nosso povo acredite nestes senhores, nestas figuras grotescas e não me refiro às ideologias mas literalmente à figura, aos gestos, trejeitos, à imagem ridícula de muitos deles… Irrita-me só de olhar para eles porque há muito deixei de os “ouvir”… Porque será que nenhum deles me consegue convencer da honestidade das suas declarações? Sinceramente, às vezes gostava de ser burro… mas tão burro, tão burro, que não conseguisse entender as intenções por trás das palavras e nem conseguir ler nas entrelinhas… nem entender estas estranhas trapalhadas dos bancos (BPN, BES e outros que tais…), …
Mas Deus fez-me assim, clarividente, intuitivo e só um pouquinho burro, q.b. para acreditar nas boas intenções de quem não as tem… Por isso, às vezes gostava de ser BURRO… mas só às vezes (graças a Deus!), o suficiente para viver feliz e contente no meu pequeno mundo…
Ao contrário do que sempre acreditei, ser burro deve ser uma felicidade… Quem é burro não pensa, não se apercebe das agressões, mentiras, desconsiderações e manipulações de que é alvo… Vive feliz e convencido que não há maior felicidade que a sua…

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

UM NÚMERO INTERESSANTE

O Blog alcançou precisamente hoje, às 21h20, 44 444 visualizações. Nada demais comparado com o número de visualizações de alguns dos blog’s que sigo. O que tem de diferente é o significado que este número (o número quatro) tem para mim. Além de ser o número do dia em que nasci, está ligado a alguns eventos significativos na minha vida.
Com efeito, o número 4 está presente em diferentes aspectos do nosso Universo: ão quatro os elementos fundamentais do Universo (Terra, Fogo, Água e Ar), são quatro as fases da Lua, são em número de quatro os pontos cardeais, são também quatro as estações do ano… Na Natureza, as plantas caracterizam-se na sua constituição por números ímpares, quer no número de folhas, ramos, frutos ou raízes. As excepções são raras tal como é o caso do trevo de quatro folhas considerado como um talismã de sorte em muitas civilizações.
A Numerologia considera que cada algarismo é dotado de uma vibração ou essência individual. A vibração do quatro é garantir a estabilidade e segurança.
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