É recorrente
ouvir dizer-se, em diferentes contextos, o ditado popular: Cá se fazem, cá se pagam, o que não significa necessariamente que
quem o cita entenda plenamente o seu significado mais profundo. Muitas vezes recorro
a ele como resposta à indignação de familiares e amigos face à impunidade da
desonestidade ou até atitudes menos correctas de um qualquer indivíduo. Não é raro
a minha opinião ser rebatida com o argumento de que nada de mal acontecer a
quem pratica tais actos. É aí que se verifica a falta de entendimento do pleno significado deste ditado… Pode e deve entender-se este ditado à luz da lei
do karma: "para toda acção existe uma reacção de força equivalente em
sentido contrário". De facto, tudo se paga e não restem dúvidas de que é mesmo aqui… Se não
for nesta vida, terá que ser numa próxima… Nada fica por pagar.
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segunda-feira, 28 de julho de 2014
"CÁ SE FAZEM,CÁ SE PAGAM"
domingo, 27 de julho de 2014
APRESENTAÇÃO Á SOCIEDADE
Olá!
Já
passaram duas semaninhas desde que cheguei a este mundo por isso, está na
altura de ser apresentada à sociedade, amigos e familiares.
Por
enquanto ainda tenho muito sono, só acordo para mamar e ainda não aprendi a
vossa língua por isso tive que pedir ao avô para escrever e à avó para tirar a
minha foto.
sábado, 26 de julho de 2014
DIA DOS AVÓS
O Dia dos
Avós celebra-se em Portugal a 26
de Julho. Esta data foi escolhida por ser o dia de Santa Ana e São
Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.
Habitualmente, este dia é celebrado homenageando por qualquer meio
que demonstre todo o carinho e apreço que todos os avós merecem como pais e
como sólido apoio familiar que são…
Como referi em publicação
anterior Ver o nascimento de um filho vem alterar completamente o quotidiano do
casal. Ao prazer de receber em casa um bebé, acrescentam-se os sacrifícios
gerados pelo aumento de trabalho e a exigência de disponibilidade para cuidar
dele e dos irmãos mais velhos se os houver. Conciliar todos estes factores
requer alguns (muitos) sacrifícios principalmente se não houver ajuda externa…
É aqui que entram os avós na sua interminável tarefa de constituírem uma
rectaguarda sólida e confortável à família dos seus netos. Poder contar com
eles é um bem precioso. Não será descabido dizer que a chegada de um bebê não altera
apenas a vida dos pais, mas também a dos avós.
Por isso, aqui fica a minha singela homenagem
a todos os avós.
sexta-feira, 25 de julho de 2014
O DOM DA PALAVRA
O ser humano é o único ser vivo a quem foi dado o
dom da palavra como meio de comunicação interpessoal se bem que alguns
cientistas defendam que todos os animais possuem uma “linguagem” própria que lhes permite comunicar entre si.
Para o ser humano o dom da palavra é tão natural que nem sempre se apercebe do poder que uma simples palavra (falada
ou escrita) pode ter. Ela é de tal modo poderosa que é capaz de mudar
completamente o curso de uma vida…
Para além da sua principal finalidade que é comunicar, o ser humano usa a palavra para seduzir, consolar, elogiar,… Infelizmente faz mais uso da palavra como arma de arremesso para magoar, agredir, criticar,… do que propriamente para elogiar, consolar e incentivar quem dela precisa e não há ninguém que, em algum momento da vida, não precise de uma palavra de ânimo, consolo ou elogio.
Para além da sua principal finalidade que é comunicar, o ser humano usa a palavra para seduzir, consolar, elogiar,… Infelizmente faz mais uso da palavra como arma de arremesso para magoar, agredir, criticar,… do que propriamente para elogiar, consolar e incentivar quem dela precisa e não há ninguém que, em algum momento da vida, não precise de uma palavra de ânimo, consolo ou elogio.
Devíamos ter sempre
presente esta máxima: "Existem
coisas que não voltam atrás, a flecha quando lançada, a pedra quando atirada,
a oportunidade quando surge, e a palavra quando dita..." antes de criticar ou julgar alguém fazendo jus a esse bem
precioso que nos foi dado, ou seja, a PALAVRA.
quinta-feira, 24 de julho de 2014
OS LAÇOS QUE NOS UNEM
Nem sempre conseguimos explicar, de um modo racional, os
laços que nos unem a esta ou àquela pessoa. Na minha opinião, embora tenha
encontrado imensas explicações na net, os laços que nos unem aos outros são
impossíveis de explicar. Seguramente já todos tentámos, em algum momento da
vida, compreender ou explicar sem qualquer sucesso, o que nos liga ou separa de
outras pessoas. É que os laços estabelecem-se em silencio de forma quase
imperceptível nos contactos do dia-a-dia… E que dizer daqueles laços que nos
unem mesmo quando pensávamos estarem definitivamente desprendidos? E como
explicar aqueles que nos unem a quem há muito já partiu…? É que os laços
ignoram distâncias, tempo e vontade... Ora se apertam ora se desprendem
completamente fora de tudo que é lógico… Eles são fruto de sentimentos gerados
pelas emoções que nos desperta a interação com os outros. O ser humano já traz
à nascença as emoções básicas (medo, tristeza, raiva e alegria) necessárias à
sobrevivência da espécie e são essas mesmas emoções que geram os sentimentos
que muitas vezes estão fora do nosso controlo…
terça-feira, 22 de julho de 2014
A GENTE HABITUA-SE
A gente habitua-se à ausência (temporária ou
definitiva) de familiares e amigos;
A gente habitua-se à falta de atenções, do abraço
apertado e do aperto de mão...
A gente habitua-se a esperar em vão por um
telefonema ou uma mensagem;
A gente habitua-se a ser ignorado mesmo por aqueles de
quem nunca esperaríamos ser ignorados...
A gente habitua-se a assistir à corrupção, à
poluição, aos sem-abrigo,…
A
gente habitua-se ao que é bom e mesmo até ao que é mau. É verdade que é mais
fácil habituar-nos ao que é bom do que ao que é mau. Mas habitua-se, por muito que demore
e custe a habituar. O ser humano tem essa estranha e maravilhosa capacidade de se
habituar (melhor seria dizer, de se adaptar), a tudo.
Não restam dúvidas que a habituação ao que é bom é mais fácil mas, em contrapartida, é mais difícil a desabituação…
Não restam dúvidas que a habituação ao que é bom é mais fácil mas, em contrapartida, é mais difícil a desabituação…
Mas o mais extraordinário, é que a gente
se habitua à ideia de que a gente se habitua a
tudo…!
A gente habitua-se, mas não devia.
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