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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

BODAS DE CASAMENTO

Por motivos óbvios, tenho andado a pesquisar tudo que se relaciona com aniversários de casamento. Actualmente, a maioria dos casais dá grande importância à celebração desta data independentemente dos anos que celebram. Eu incluo-me e tenho a certeza que minha mulher também, nesse grupo.
Na minha opinião, comemorar o aniversário de casamento é celebrar o amor, companheirismo e amizade. Todos os aniversários de casamento são importantes, mas é talvez a partir dos 20 anos de casamento que estas celebrações se transformam em eventos sociais, no mínimo com a presença de toda a família. Eu e a minha mulher continuámos a preferir, tal como os casais mais jovens, celebrar esta data a dois.
Nesta pesquisa que tenho levado a cabo, surpreendeu-me constatar que a cada ano de casamento corresponde um material específico. Confesso a minha ignorância. Sabia apenas que havia bodas de prata, ouro e diamante… Enfim, sempre a aprender!
Não querendo sugerir que os meus leitores sejam tão ignorantes como eu, transcrevo a seguir a lista de materiais relativos aos anos de casamento.
É pois interessante, como presente de aniversário de casamento, comprar algo relacionado com o material da boda. Há que pôr em acção a imaginação para escolher a prenda mais adequada à data…

NÃO GOSTO DE MATEMÁTICA

Já não se passa comigo (já estou reformado) mas muitas vezes me aconteceu no primeiro dia de aulas, com os novos alunos, receber de chofre uma resposta destas. Mas também me aconteceu, algumas vezes, chegar ao final do 1º período e o mesmo aluno me dizer "Prof afinal a Matemática é fixe!"

“Não gosto de Matemática.”
Disse-me, um dia, um aluno.
Não foi lá muito oportuno
mas não o levei a mal.
Eu sei que ele preferia
dar três voltas à gramática
a estudar a Geometria!
                                
                                                                  Jorge Leal

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

PECADO

Ó minhas mãos, que em jeito de esperança,
afagam teus cabelos distraídas!
Já nem o gesto,
nenhum gesto alcança
as nossas vidas.
 
Olho assombrado
as minhas mãos vazias.
 
E onde estão os sonhos que sonhei
em horas tão sombrias?
Pergunto-me olhando-as desolado.
Sempre a resposta:
Não sei.
 
Apenas sei que pequei,
Mas não sei qual o pecado!
                                          Jorge Leal

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O ÚLTIMO SEGREDO

Foi esta afinal a minha opção de leitura. Stieg Larsson fica em lista de espera. Este livro de José Rodrigues dos Santos despertou a minha curiosidade por isso optei por ele. Lidas as primeiras páginas, pergunto-me por que razão me faz lembrar O Código Da Vinci de Dan Brown… ?
Bem, o melhor é ler o livro até ao fim e depois emitirei a minha opinião.
Boas leituras.

REGRESSO ÀS AULAS

Agora que as aulas vão começar (a sério) lá vem o medo da Matemática... Nada mais errado.
Para desmistificar esta ideia, aqui vão estes versinhos...

Já basta de medo,
De bicho papão.
É só Matemática,
Pura diversão.
São só adivinhas,
Jogos de pensar.
Está em todo o lado,
É só procurar ...
                         Jorge Leal

terça-feira, 11 de setembro de 2012

CARTA PARA MEU IRMÃO

Miguel ângelo,
Sem qualquer razão aparente, deu-me para folhear um velho álbum de fotografias. O meu primeiro álbum com as fotos dos meus primeiros anos de vida. E lá estavas tu, ao meu lado, sempre protetor… A diferença de idades, cerca de um ano, justifica que em quase todas as fotos dessa época, estejas a meu lado.
Onde quer que te encontres, deves “saber” que escrevi uma carta a nossa irmã. Na verdade, meia-irmã mas isso nunca fez diferença para nós. Foi sempre a nossa irmã mais velha que, cronologicamente, admirámos, criticámos, aconselhámos e finalmente nos causou imensa pena assistir ao seu declínio físico. Era imperioso escrever uma carta também para ti. Por que não? É facto que nunca houve a mesma facilidade de comunicação entre nós como a que existia com a nossa irmã. Isso não obsta a que também gostasse de ti… à minha maneira. Daí a razão desta carta. Além de pretender deste modo atenuar um pouco a saudade que sinto, é também minha intenção atenuar o remorso de não ter demonstrado como te admirava e amava Precisamente quando estávamos a conseguir comunicar pacificamente, partiste sem me dares tempo e oportunidade de me despedir. A verdade é que não te foi permitido despedir fosse de quem fosse…
Olho esta foto e vem-me à lembrança o modo como me protegias de todos os perigos bem como dos outros miúdos da rua quando me vias ameaçado. Sei também que te preocupavas com a minha saúde porque sempre perguntavas por mim quando ias visitar a nossa mãe.
Tudo isso me vem à ideia ao contemplar estas fotos tão distantes e já tão perto… !
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