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domingo, 22 de julho de 2012

SUICÍDIO

Deixa-me sempre em estado de choque quando leio a notícia de que alguém cometeu ou tentou cometer suicídio e fico dividido entre a pena e a admiração. Ao tentar classificar este acto vacilo entre a coragem e a cobardia. Qualquer uma das formas de suicídio me parece exigir ou muita coragem, ou muito desespero. Há várias formas de suicídio raramente com direito a divulgação nos jornais ou noticiários da TV. Compreende-se devido à exclusão dos seguros de vida, à vergonha dos familiares e à recusa da Igreja em prestar serviços religiosos…
Há quem se jogue da janela de um último andar como quem atira o lixo de uma vida, há quem corte os pulsos e deixe o sangue fluir como se com ele se expulse o veneno que lhe corrói a vida, há quem tome doses maciças de comprimidos como quem pretende curar a dor que lhe vai na alma, há quem se lance nas águas geladas do mar, do rio ou simplesmente na banheira como quem afoga as mágoas de uma vida, há quem dê um tiro na cabeça como quem elimina o cérebro para destruir as ideias que lhe amarguram a existência, há quem simplesmente se deixe morrer, como quem desiste de uma maratona sabendo que nunca alcançará a meta…
Mas há uma forma mais sub-reptícia de suicídio de que ninguém fala. Trata-se de deixar que uma doença evolua sem qualquer tratamento e lhe destrua a vida por dentro mantendo um aspeto saudável e por vezes, um sorriso nos lábios. Esta forma de suicídio raramente aparece nos jornais ou se aparece, vem na forma de “faleceu após doença prolongada…”.
Talvez fruto de uma educação antiquada já não digo, mas ainda penso: que Deus dê (finalmente) paz à sua alma!

Há dias assim em que hesitámos em admirar quem comete um acto tão solitário e desesperado como é o suicídio…

VERONA

Partindo de Sirmione, chegámos a Verona
Mercado de Santa Luzia
Arena de Verona
Ruinas do Anfiteatro
As mesmas ruinas
 Estátua de Garibaldi

Praça Erbe
Santa Maria Antica
Torre dei lamberti
Praça da Senhora
Praça de São Marcos
Leão de São Marcos
Estar em Verona e não visitar a casa de Julieta... como ir a Roma e não ver o Papa
E lá estava o balcão... a Julieta tinha ido ao shopping...
Continuamos à espera de Julieta...
De novo a Praça Erbe coração de Verona
Edificio do tribunal
Outro dos belos edificios de Verona
De novo o mercado
Castelo
 Rua de Verona
Despedida de Verona rumo a Veneza

sábado, 21 de julho de 2012

FLOR AMARELA

Adoro flores amarelas...
Para decorar esta garrafa optei por uma flor amarela.

SIRMIONE

Depois de uma breve paragem em S. Gimignano, partimos em direcção a Sirmione a beira do lago de Garda.
Entrada em Sirmione
Outro pormenor da entrada através da porta nas muralhas
Muralhas e Castelo
Fosso que contorna Sirmione com a água do Lago de Garda
Muralhas e casario
Belas praias nas água do Lago
Lago de águas azuis
A vida dos habitantes muito voltada para o Lago
As ruas em geral estreitas mas muito floridas
A maioria destas ruas desemboca no Lago
Ajgum comércio e sempre muitas flores
Pequenas praças floridas
Uma pausa para comer um dos deliciosos gelados que aqui se podem saborear
Fora das muralhas a vida fervilha
A maioria das casas como este hotel estão construidas junto ao lago
Ou em ruas que desembocam no lago
Repare-se no pitoresco destas ruas e das construções
Como a beleza destas janelas floridas
Ou a venda de frutas em plena rua
Com imensa pena pena deixámos Sirmione.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

ENCONTROS E DESENCONTROS

Há dias assim em que tudo corre mal logo pela manhã e vai assim até ao final do dia. Tudo parece apostado em destruir a harmonia do dia, desde encontros que originam desencontros, desencontros que originam dúvidas, dúvidas que originam ressentimentos, ressentimentos que se vão acumulando e originam dor e afastamento…
Tudo isto acontece em acumulação com projectos falhados em que nada sai certo, pelo menos de acordo com o planeado além de pequenas contrariedades que num outro dia não teriam o mínimo impacto.
Estes dias surgem quando menos se espera. Acontecem precisamente quando tudo parece estar no seu lugar, a correr de forma lógica e de acordo com as nossas espectativas. De repente ficámos assim, sem jeito, completamente desnorteados. Este é o termo perfeito para definir tal estado de espírito. Desnorteado… é estar sem norte, sem saber que direcção, que rumo tomar…
E o dia acaba assim. A confusão instala-se cá dentro tal como alguém que está fechado num quarto escuro à procura da porta sem saber que direcção tomar para encontra-la, tropeçando nos móveis, chocando com as paredes…
Há dias assim em que para agravar ainda mais o nosso estado emocional, há que fingir que tudo está no seu lugar, o lugar certo. Aquele lugar que só existe na nossa vontade de existir mas nunca na vida real.

S. GIMIGNANO

Vindos de Pádua entrámos nas muralhas de S. Gimignano
Já dentro das muralhas
Praça da Cisterna
A Cisterna
Ruas e ruelas de cidade medieval
Tudo muito bem conservado e limpo apesar desta invasão de turistas
Saudação ao meu povo...
Sempre a subir
E lá estão as torres características de S. Gimignano
Mais torres
E estámos de novo de partida...
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